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Marcas do portfólio da AMAZ estão nas gôndolas do Carrefour

Foto: Divulgação Carrefour

Mazô Maná, Na’Kau, Manioca e Soul Brasil estão entre as marcas que integram o Programa Floresta Faz Bem

Chocolates, granola de tapioca, geleias, molhos e um supershake com ingredientes amazônicos podem ser adquiridos nas gôndolas do Programa Floresta Faz Bem, primeira iniciativa exclusiva e em rede nacional de incentivo a venda de produtos produzidos por ou em parceria com povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia.

A iniciativa do Grupo Carrefour Brasil, está alinhada a seu compromisso de liderar a transição dos sistemas alimentares no país e fomentar os produtos da sociobiodiversidade.

Duas unidades de hipermercados Carrefour na cidade de São Paulo – Paseo Alto das Nações e Jardim Pamplona Shopping – já oferecem a gôndola com os produtos. A próxima unidade a implementar o programa Floresta Faz Bem será em Brasília – Brasília Sul.

Os produtos à venda, de 13 marcas, incluindo as quatro do portfólio da AMAZ, incluem chocolates orgânicos, café, geleias, cacau, mistura para bolo e o supershake da Floresta Amazônica.

Da Na’kau – que trabalha com cacau orgânico das várzeas amazônicas, colhido por produtores das comunidades ribeirinhas dos rios Madeira e Amazonas -compõem a gôndola chocolate orgânico 72% cacau e combinações com castanha da Amazônia, Café Apuí Agroflorestal, Cupuaçu e Pimenta Baniwa.

A granola de tapioca da Manioca traz, além da tapioca flocada, castanha, nibs de cacau, cupuaçu e cumaru, ingredientes cultivados por povos e comunidades tradicionais.

Os molhos e geleias da Soul Brasil – orgânicos e com o selo Origens Brasil ® – unem ingredientes amazônicos para sabores únicos, como os molhos de pimenta Assîssî (cultivada por mulheres indígenas Waiwai) e de pimenta Jiquitaia (cultivada por mulheres indígenas Baniwa), além das geleias de manga com cumaru, de banana com cacau amazônico e de manga com pimenta Asîsî.

E da Mazô Maná vem o Supershake da Floresta, refeição completa em pó composta por 14 ingredientes da floresta, dentre eles açaí, babaçu, castanha, cogumelo, cumaru e pimenta cumari. Os ingredientes são provenientes de cultivos realizados por povos originários e agricultores familiares, e o produto tem o selo Origens Brasil ®

“É muito legal ver as empresas que tem como propósito conservar ou restaurar florestas e gerar renda para comunidades na Amazônia, conseguindo posicionar seus produtos em grandes redes de varejo como o Carrefour. Isso reforça o compromisso dessas empresas em ajudar a construir as soluções que a Amazônia precisa, assim como dar uma oportunidade para as pessoas contribuírem para a conservação da floresta adquirindo produtos de qualidade em todas as regiões do Brasil. Parabéns ao Carrefour pelo Programa”, analisa Mariano Cenamo, diretor de novos negócios do Idesam e CEO da AMAZ.A lista de todos os produtores e mais informações podem ser acessados no site do programa: https://www.grupocarrefourbrasil.com.br/florestafazbem/

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Manawara abre terceira franquia

Foto: Divulgação Manawara

Depois de inaugurar duas franquias – uma em Manaus e outra em São Paulo -, a Manawara abriu sua terceira unidade no Shopping Osasco, na cidade de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.

A unidade é parte de uma série de franquias previstas para inauguração até o fim de 2024. Outras duas devem ser abertas ainda este ano, entre maio e junho: no Shopping Pátio Paulista, na capital de São Paulo, e em Manaus, no Amazonas Shopping.

Também estão previstas para o ano mais unidades em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. O ponto de venda na capital paulista, inaugurado em meio de 2023, segue em funcionamento e também funciona como showroom para atração de futuros franqueados.

Mércio Sena, CEO da empresa, destaca que a Manawara deve entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. O modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose. E projeta fechar o ano de 2024 com 15 novos produtos.

Em sua cadeia produtiva, a Manawara busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

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Manioca lança linha de farofas

Foto: Divulgação Manioca

A Manioca acaba de lançar uma nova linha de produtos: farofas. A novidade chega ao mercado em três sabores: tradicional, defumada e ervas amazônicas.

Os grandes diferenciais dos produtos, segundo a empresa, são o sabor, a granulometria e a crocância, oriundos de técnicas ancestrais da região.

Além da mandioca amarela genuinamente amazônica, as farofas contam com ingredientes locais que conferem aroma e sabor únicos em cada uma das versões oferecidas: a tradicional recebe toque de puxuri, especiaria que substitui a noz moscada, com um leve toque mentolado; a defumada tem o cumaru, semente aromática conhecida como baunilha amazônica, que proporciona um leve toque adocicado, combinando perfeitamente com o defumado de seus temperos; a de ervas amazônicas apresenta aos consumidores a alfavaca e a chicória do Pará, ervas usadas sempre em dupla em vários pratos tradicionais da região.

Os produtos estarão à venda em supermercados e empórios de todo o país em embalagens de 250g e prometem trazer mais sabor para a mesa do brasileiro.

Ingredientes de origem amazônica

A mandioca usada em sua produção é cultivada por duas comunidades tradicionais dos municípios de Moju e Acará, ambos no Pará, que recebem assistência técnica e capacitações ofertadas pela Manioca e ONGs parceiras para realizar o manejo de forma orgânica e sem prejudicar o meio ambiente e seus produtores, garantindo ingrediente de qualidade e sustentável.

Há nove anos trabalhando com o aprimoramento de produtos feitos a partir da mandioca e com a produção da farofa, a Manioca passa agora a usar o alimento em sua totalidade. O amido é usado na farinha de tapioca e no molho de pimenta, o líquido é transformado no caldo vegetal tucupi e no molho de tucupi preto, o shoyu amazônico, e agora a massa vira farofa.

Foto Omar Velásquez Rojas

Casa Tucum é inaugurada no centro da cidade do Rio de Janeiro

Foto: Omar Velásquez Rojas

Espaço demarca território indígena na capital fluminense como plataforma das artes indígenas do Brasil e seus fazedores

A Tucum inaugurou, no centro da cidade do Rio de Janeiro (Rua do Rosário nº 30), a Casa Tucum. Mais do que um espaço de comercialização da arte e do artesanato indígena de diversas partes do país, o lugar é um centro cultural que demarca território no coração da capital fluminense, sendo espaço de resistência e de encontro com a cultura indígena, de diálogo e construção permanente.

A Casa foi aberta ao público no dia 19/04, Dia dos Povos Indígenas, com extensa programação que incluiu roda de maracá e de rapé, cantoria, cerimonias tradicionais, apresentação da curadoria artística da casa, apresentações musicais, abertura de exposição, roda de conversa, contação de histórias, pintura corporal, oficinas, e seguiu até o final do mês com a participação de indígenas de diversas etnias.

Lideranças, sabedores e artistas de diversos povos estiveram presentes para celebrar e reafirmar as artes indígenas do Brasil como ferramenta de luta.

O propósito do espaço é difundir e valorizar as diversas narrativas originárias, promover ideias decoloniais e reflorestar as mentes dos visitantes. Além de atividades culturais permanentes, a Casa Tucum comercializa artes indígenas de diversas regiões do país.

“Foi a realização de um sonho. Foi um momento muito forte, uma força ancestral que se formou, se fez presente dentro da casa, e a gente de fato demarcou esse território com a presença desses parentes lá. A Casa vai ser um espaço para as pessoas se aproximarem da realidade e da cultura de nossos parceiros. Um espaço de reafirmação das artes e dos povos indígenas do Brasil”, analisa Amanda Santana, sócia fundadora e diretora criativa da Tucum.

A Casa Tucum integra o projeto Reviver Cultural, da Prefeitura do Rio, que pretende revitalizar o centro da cidade através de espaços culturais.

Confira o vídeo de inauguração

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Chamada 2024 da AMAZ segue com inscrições abertas até 12 de abril

Foto: Rodrigo Duarte/AMAZ

Aceleradora busca negócios que gerem impacto positivo para a Amazônia para jornada de aceleração e investimento de até R$ 400 mil

Negócios que geram impacto positivo para a Amazônia, contribuindo para manter a floresta em pé e ao mesmo tempo gerar renda para as populações da região, estão no radar da AMAZ aceleradora de impacto

Estão abertas, até o dia 12/04, as inscrições para a Chamada de Negócios 2024 com o objetivo de encontrar startups e negócios inovadores para serem acelerados e receberem investimento de até R$ 400 mil.

Interessados podem se inscrever e conhecer o regulamento completo da iniciativa na página amaz.org.br/chamada2024.

A AMAZ busca negócios que gerem impacto positivo nas regiões rurais e florestais da Amazônia, possuam produto ou serviço já testado no mercado e operem ou planejem atuar na região.

Podem se inscrever startups e empresas que estejam desenvolvendo negócios de impacto voltados à conservação da floresta, conservação da biodiversidade e ao desenvolvimento socioambiental da Amazônia.

Serão consideradas iniciativas que já estejam desenvolvendo atividades de forma prática e operacional: protótipo desenvolvido, em fase de teste de mercado; produto testado, em fase de lançamento no mercado; ou produto lançado, em fase de captação ou expansão.

São esperados negócios sustentáveis nos setores de: agricultura, pecuária e produção rural sustentável; manejo e produção florestal sustentável; produtos da sociobiodiversidade; reflorestamento e produção agroflorestal; turismo sustentável e de base comunitária; alimentação, cosméticos; artesanato e moda sustentável, logística, comunicação e serviços financeiros; soluções tecnológicas; plataformas de comercialização e acesso a mercados; educação e empreendedorismo de impacto socioambiental; mitigação e adaptação às mudanças climáticas; carbono e outros produtos e serviços socioambientais; tratamento de resíduos sólidos/poluentes e melhoria de acesso a água para comunidades rurais e ribeirinhas.

Ou seja, negócios que geram soluções para os principais problemas sociais e ambientais da Amazônia, buscando conservar ou recuperar áreas de floresta, valorizar os saberes e a biodiversidade, gerar renda e qualidade de vida para as comunidades rurais e ribeirinhas.

Dentre os benefícios oferecidos pela AMAZ, estão:

  • Desenvolvimento da tese de Impacto e modelagem de negócios
  • Workshops e oficinas de facilitação em temas como gestão e avaliação de impacto, estratégias de mercado, marketing e comunicação, logística etc.
  • Programa de mentorias e acompanhamento 
  • Assessoria jurídica e contábil especializada em negócios de impacto
  • Assessoria de comunicação 
  • Conhecimento e apoio de gestão com acompanhamento
  • Programa de Bolsas e Pequenos Apoios
  • Acesso à rede de investidores e parceiros da AMAZ

“A nossa expectativa para a Chamada em 2024 é não apenas poder avaliar negócios e conhecer negócios interessantes que tenham a finalidade de impacto na Amazônia, mas também de apoiar e facilitar para todos os negócios o caminho até um possível investimento futuro. E isso passa tanto pela aquisição de conhecimento e maturidade sobre qual é o mínimo necessário para realizar essa captação até mesmo uma modelagem de negócio mais avançada, que inclua o impacto como um ativo importante”, analisa Rafael Moreira Ribeiro, responsável pela seleção e aceleração da AMAZ.

A AMAZ aceleradora de impacto é coordenada pelo Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia), e conta com um fundo de financiamento híbrido (blended finance) de R$ 25 milhões para investimento em negócios de impacto nos próximos cinco anos, o primeiro voltado exclusivamente para a região.  

Tem como fundadores e parceiros estratégicos Fundo Vale, Instituto humanize, ICS (Instituto Clima e Sociedade), Good Energies Foundation, Fundo JBS pela Amazônia e PPA (Plataforma Parceiros pela Amazônia). Conta também com uma ampla rede de parceiros como Move.Social, Sense-Lab, Mercado Livre, ICE, SBSA Advogados, Climate Ventures e investidores privados.

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Mahta é selecionada para Scale Up da Endeavour

Foto: Daniel Pinheiro/Divulgação Mahta

O programa Scale Up, da Endeavour, que impulsiona empresas por meio de uma jornada personalizada de aceleração, em conexão direta com uma rede composta por grandes referências de empreendedorismo do Brasil, selecionou a Mahta, empresa do portfólio da AMAZ, para o ciclo do primeiro semestre de 2024. O programa é a porta de entrada para se tornar um empreendedor da rede Endeavour. 

“Quase todas as melhores startups do Brasil fizeram parte do programa de Scale Up da Endeavour. Depois, no futuro – é preciso crescer bastante para isso – as empresas passam por um filtro, que é global, e só cerca de 10 ou 15 no mundo, geralmente duas ou três do Brasil, viram efetivamente empreendedores Endeavour. O Brasil hoje tem dez unicórnios, e nove são da Endeavour. Neste ciclo do Scale Up, a Mahta é a única empresa de produtos de consumo. Como os principais critérios de avaliação e chancela do programa são resultado, crescimento e, especialmente, potencial de crescimento, a maior parte das startups é composta por fintechs, puretechs (tecnologia pura) ou B2B, foco de grande parte dos investimentos. A gente foi uma exceção, o que para nós é uma honra em dobro,” analisa Max Petrucci, sócio fundador da Mahta.

Petrucci, que é inclusive mentor da Endeavour há uma década, destaca a importância desse momento para a Mahta: “Ser parte desse processo é muito importante para nós, em especial por causa da chancela. Ser selecionado entre as melhores 40 startups do Brasil é incrível. E para a gente é um orgulho estar na Endeavour e ser da AMAZ. Uma ponte que a gente pode ajudar a construir inclusive, porque hoje esses dois universos estão distantes. A realidade do empreendedor Endeavour é bem diferente da realidade do empreendedor AMAZ, e vice-versa. As duas iniciativas são muito boas, e tomara que a gente consiga gerar mais aproximação entre esses dois mundos”, completa. 

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AMAZ realiza primeira oficina do ciclo de aceleração 2024

Foto: Andrea Azevedo/AMAZ

A primeira oficina do ciclo de aceleração da AMAZ 2024 aconteceu de 21 a 23/03 e reuniu, em Manaus, os negócios selecionados pela Chamada do ano passado: MOMA e Zeno Nativo.

A programação abordou gestão de indicadores e modelagem de impacto, incluindo o aspecto financeiro. Além do time da AMAZ, os empreendedores contaram com a presença de Sara Sampaio, Diretora Executiva do Café Apuí Agroflorestal, que compartilhou a gestão de indicadores do negócio e o processo de tomada de decisões.

Visitas a outros negócios sediados em Manaus – Na’kau, que faz parte do portfólio da AMAZ, e Warabu -, e também a Centros de Distribuição da Bemol completaram as atividades.

“Essa primeira oficina do ciclo de aceleração 2024 teve como objetivo trabalhar com a noção de como os dados podem ser transformados em informações importantes para a tomada de decisão dos negócios. Trouxemos aspectos teóricos, e também de construção e refinamento de indicadores financeiros dos negócios, trabalho que vai ser continuado ao longo das próximas semanas”, destaca Rafael Moreira, responsável pela seleção e aceleração da AMAZ.

Rafael destaca também a importância das conexões com outros negócios que atuam na Amazônia, com a possibilidade, para os empreendedores em aceleração, de perceber diferentes níveis de organização do conhecimento, e a aproximação com possíveis pontos comerciais para os dois negócios.

Para Vivian Chun, da MOMA, o destaque da oficina foi a demonstração de benchmarks de relatório de impacto robustos: “Isso foi inspirador, como também foi importante a visita ao Centro de Distribuição da Bemol, que é bastante impressionante e dá uma dimensão de grandeza ao lidar com tantas marcas.” A MOMA está em processo de expansão de sua estratégia B2B, e o contato com espaços comerciais com potencialidade de comercialização dos produtos foi um ponto importante desse primeiro encontro presencial conduzido pelo time da AMAZ.

“A aceleração entrega um networking valiosíssimo. E contribui para a minha jornada empreendedora trazendo bastante reflexão e impulsionamento para a MOMA crescer. Cada aceleração que a gente participa é um processo diferente, porque estamos sempre e m diferentes fases do negócio e de maturidade. Então esse processo com a AMAZ traz uns pulsos, perguntas norteadoras para refletirmos sobre se o que estamos fazendo terá resultados e quando, se estamos certos do nosso propósito, enfim. Provocações para a gente melhorar cada vez mais.”

Zeno Gemaque, da Zeno Nativo, destaca os aprendizados com os exemplos: “O trabalho do Café Apuí Agroflorestal chamou muito a minha atenção. Vi que não somos apenas nós que temos dificuldades, eles também enfrentam muitos desafios semelhantes aos nossos. E isso nos dá esperança, porque vimos um projeto semelhante ao nosso que está dando certo. O trabalho com modelagem financeira foram também de suma importância. Saio também com muitas dúvidas e questões, mas sei que vamos encaminhar nas próximas conexões online com a equipe da AMAZ. Tudo isso contribui muito para o nosso crescimento. Aprendemos muita coisa que vamos aplicar aqui na Zeno Nativo.”

Coi Belluzzo, também da Zeno Nativo, faz coro com a importância da conexão com o Café Apuí Agroflorestal e demais negócios: “As visitas que fizemos aos empreendedores da Na’kau e da Warabu, ambos atuantes com cacau amazônico, foram muito importantes para nós. Com certeza essas visitas vão render frutos para nós. Foi uma semana de trabalho bastante intensa, com muita informação para digerir e aplicar no negócio.”

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Vivalá participa do Programa de Aceleração do EmbraturLAB 

Foto: Divulgação Vivalá

A Vivalá, negócio que integra o portfólio da AMAZ, é uma das startups participantes do Programa de Aceleração do EmbraturLAB, que promove a competitividade do setor de turismo a fim de melhorar a experiência dos estrangeiros que visitam o Brasil.

O programa é uma parceria entre o EmbraturLAB e o Turistech Hub Brasil, um dos principais hubs de inovação da América Latina. O Hub foi criado para liderar a agenda de inovação no turismo e fomentar a competitividade e sustentabilidade ambiental do setor. Já o EmbraturLAB conta com parceria entre Embratur, universidades, pesquisadores e empreendedores que estão promovendo ações de inovação no turismo.

Na última fase do processo, prevista para se encerrar em abril, três startups (iFriend, Vivalá e Destinos Inteligentes) realizam testes práticos a partir das soluções turísticas desenvolvidas. A Vivalá realizou a tradução do site e de seus principais materiais para o inglês e o espanhol, aumentando a quantidade de pessoas que podem ser acionadas pelos roteiros sustentáveis, e está desenvolvendo soluções tecnológicas para atrair o público estrangeiro para viver experiências de turismo sustentável no Brasil.

Para a prova de conceito do EmbraturLAB, a Vivalá desenvolveu um roteiro com vivência de aventura de um dia, todo voltado para a sustentabilidade no Rio de Janeiro, com foco na biodiversidade, disponibilizado para o calendário 2024. 

“Destinamos esforços, recursos e tempo no desenvolvimento de um amplo material promocional em português, inglês e espanhol, além do desenvolvimento de uma plataforma de afiliados para que possamos ter tecnologia suficiente para vender o Brasil com parceiros ao redor de todo o mundo em tempo real. Isso será um salto importante na expansão comercial do ecoturismo, aventura e turismo de base comunitária com estrangeiros”, destaca o cofundador e diretor-executivo da Vivalá, Daniel Cabrera.

E os primeiros resultados da prova de conceito estão começando a surgir da Amazônia de forma mais acelerada: “A Amazônia é o bioma que mais recebeu estrangeiros em nosso portfólio. Hoje temos experiências de ecoturismo, turismo de base comunitária e aventura, com comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Tocantins. E, em breve, chegaremos ao quinto estado, Roraima, com experiências em uma das maiores montanhas do Brasil: o Monte Roraima”, completa Cabrera.

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Time da AMAZ se reúne para planejar futuros

Em fevereiro, a equipe da AMAZ esteve reunida em Iranduba, no Amazonas, imersa em planejamento, com apoio da Move Social.

Já em sua quarta Chamada de Negócios e em momento de revisão de portfólio, a aceleradora se prepara para uma nova fase. O planejamento estratégico foi iniciado ainda em 2023, culminou com uma imersão de três dias em fevereiro e segue na modelagem e revisão da Teoria de Mudança.

Constituída em 2021 de modo inovador e pioneiro, a partir de um fundo de financiamento híbrido blended finance) de R$ 25 milhões para investimento em negócios de impacto em cinco anos, o primeiro voltado exclusivamente para a região, a ambição da AMAZ é ampliar ainda mais sua atuação na região Amazônica, indo além da aceleração de negócios e aumentando a entrega de impacto positivo.

Com novos integrantes no time, mudanças em gestão de portfólio e aprimoramento na seleção de negócios, fruto da experiência dos anos de atuação, a AMAZ vem refletindo e gestando mudanças em sua atuação, cuidadosamente traçadas no planejamento.

“O papel da AMAZ é apoiar o empreendedor com capital, conhecimento, conexões e tudo mais que for necessário para alavancar seu crescimento. Nos planejamos agora para uma nova fase, contribuindo ainda mais para apoiar os empreendedores com capital, conhecimento e conexões e para fomentar e criar na prática um ecossistema de impacto e inovação na Amazônia”, diz Mariano Cenamo, CEO da AMAZ.

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Manawara abre franquia em São Paulo

Foto: divulgação Manawara

Depois de inaugurar sua primeira franquia em janeiro, em Manaus, a Manawara abriu a segunda unidade em São Paulo.

A nova unidade está localizada no Shopping Parque da Cidade, na Chácara Santo Antônio, zona sul da capital paulista. Esta é a segunda franquia de uma série prevista para inauguração ainda em 2024.

Mais duas unidades deverão ser abertas em São Paulo ainda neste semestre. Também estão previstas para o ano duas unidades no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte. E a Manawara segue em fase final de negociação de outras quatro unidades.

O movimento vem após a inauguração de um ponto de venda em São Paulo, em maio do ano passado, que também funcionou como showroom do negócio para atração de futuros franqueados.

Mércio Sena, CEO da empresa, destaca que a Manawara deve entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. Nosso modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose. E projetamos fechar o ano de 2024 com 15 novos produtos.

A empresa tem investido no desenvolvimento de produtos e embalagens ao longo dos últimos anos. O esforço tem sido premiado com reconhecimentos importantes. A Manawara já participou das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo e da Europa – a Anuga e a Sial. Pela Sial, ganhou o Selo de Inovação em 2020. E foi também premiada pelo Brazil Design Awards com as embalagens desenvolvidas para as balas de fruta, também em 2020.

Em sua cadeia produtiva, a Manawara busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.