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Negócio de Impacto

prátika engenharia

impacto ambiental e social positivo para comunidades no interior da Amazônia

Os fundadores da Prátika Engenharia viram oportunidade em um setor que cresce no país e ao mesmo tempo gera impacto ambiental e social positivo para comunidades no interior da Amazônia: a energia solar. 

Criada em 2019, a empresa busca reduzir os impactos ambientais da produção de energia elétrica em comunidades indígenas e quilombolas isoladas na Calha Norte do estado do Pará, substituindo a utilização de geradores elétricos movidos a diesel (combustível fóssil caro e muito poluente) por painéis solares. Para atender às populações locais, o parcelamento do pagamento do produto é frequente e bastante amigável. Os beneficiados têm o retorno do investimento em cerca de 14 meses.

“Coisas que parecem muito naturais na cidade, como tomar água gelada, não são uma realidade para os ribeirinhos, porque quando tem energia a diesel, por ser cara, o freezer não permanece ligado durante todo o dia. Proporcionar essa qualidade de vida para as comunidades é importante. Temos até uma cliente que, depois de instalar o sistema solar, viu uma oportunidade e passou a vender refrigerante gelado na comunidade. Vamos para áreas remotas, às vezes levamos dois dias para chegar. Temos consciência de toda essa parte social do nosso projeto. ”Adriano Pantoja, um dos fundadores da Prátika.

raio-x

Cidade/estado

Alto Trombetas, Oriximiná – PA e Manaus – AM

Fundação

2019

Natureza do negócio

MEI

Modelo

B2B

Fundadores:

Adriano Pantoja e Geovani Cordeiro

Tamanho da equipe:

3 colaboradores

Patente

Não

Fase do negócio

tração

Ano de entrada no programa:

2020

Valor total captado

R$413.105,00

O que resolve

Venda e instalação acessível de painéis solares tradicionais para produção de energia elétrica em comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas isoladas da Amazônia como forma de substituição dos geradores de energia movidos a diesel.

impacto

Melhor qualidade de vida, inclusão social, redução na emissão de CO2.

Produto/mercado

Comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas.

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