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Mahta é premiada na Naturaltech, lança produto novo e projeta atingir breakeven 

O ano de 2024 tem sido de muito crescimento para a Mahta, que vem acumulando premiações, aumentando faturamento e atraindo profissionais para fortalecimento do time. 

Em junho, a empresa levou mais um prêmio: o leite de castanha em pó, produto do portfólio da empresa, foi escolhido como a melhor bebida na Naturaltech, maior feira de produtos naturais da América Latina.

A premiação dá sequência a uma série de reconhecimentos iniciada ainda em 2023, que demonstra excelência no desenvolvimento de produtos e muita inovação no uso de ingredientes amazônicos: a Mahta levou o 1º lugar no prêmio Fi Innovation Awards e Startup Innovation Challenge, da FISA (Food Ingredients South América) com o Mahta Superfoods Amazônicos em Pó, e ficou em segundo lugar com o Mahta Coffee. Ganhou também o Prêmio Açaí de Ouro pelo NIS (Nutri Ingredients Summit) com o leite de castanha em pó.

Também na edição deste ano da Naturaltech, a empresa lançou seu quarto produto, o Mahta Coffee com cacau selvagem da Amazônia. E despertou bastante interesse dos varejistas presentes em seu stand.

“Fomos muito buscados na Naturaltech, mais de cem varejistas demonstraram interesse em colocar nossos produtos à venda. Tivemos também inúmeros prescritores – nutricionistas, nutrólogos e profissionais de saúde – que nos procuraram interessados em prescrever os produtos para seus clientes. Os resultados foram muito bons”, descreve Max Petrucci, sócio fundador da Mahta

Com o sucesso nas vendas pelo site, a empresa começa a expandir presença no varejo, entrando nas principais redes de autosserviços de São Paulo e do Brasil. Já é possível encontrar os produtos nos empórios Santa Luzia, Quitanda e Varanda, por exemplo, e a expansão tem se dado de modo qualificado e cuidadoso. O próximo passo, após a consolidação no varejo no país, será a expansão internacional.

A Mahta segue também somando grandes talentos ao time, como Alessandra Luglio, profissional do ramo de nutrição, e Rafael Oliveira, um dos fundadores do Impact Bank, que chega como advisor de comunicação e comunidades.

Tendo duplicado o faturamento em seis meses – dezembro de 2023 a junho de 2024 -, a perspectiva até o final do ano é novamente duplicar essa marca. “Com isso a gente pode chegar ao faturamento de R$ 20 milhões de receita recorrente anual nesse período, uma situação de faturamento bastante privilegiada”, analisa Petrucci.

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Manawara inaugura mais uma franquia em São Paulo

Foto: Divulgação Manawara

Em junho, a Manawara inaugurou sua quarta franquia. A nova unidade fica localizada no Shopping Pátio Paulista, na cidade de São Paulo, e integra uma série de franquias previstas para inauguração até o fim de 2024.

A primeira franquia foi inaugurada em Manaus, no Shopping Manauara. Em seguida vieram mais duas: no Shopping Parque Cidade, zona sul da cidade de São Paulo, e no Shopping Osasco, na cidade de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo.

A Manawara projeta entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. O modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose.

Em sua cadeia produtiva, a empresa busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

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Vivalá lança novo destino de viagem: Monte Roraima

Foto: Divulgação Vivalá

A fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana é o ponto de chegada da nova expedição da Vivalá: o Monte Roraima, uma das montanhas mais antigas do mundo, com o cume mais extenso do planeta (34 km²), guardado pelo Parque Nacional Monte Roraima.

Considerado um verdadeiro santuário, cercado pelos anfitriões e protetores indígenas Taurepang, o destino tem sido buscado por um número cada vez maior de praticantes de trekking.

“Há aqueles que se aventuram para o Monte para superar desafios físicos, porém, o real sentido dessa expedição está na compreensão dos aspectos sagrados da sabedoria ancestral de indígenas de diferentes etnias que reverenciam, respeitam e compreendem este espaço único do planeta Terra como fonte de vida, de espiritualidade e, sobretudo, de transformação. O intercâmbio que tive com os Taurepang me transformou completamente e foi um divisor de águas na minha concepção de mundo”, destaca Alberto Rabelo, produtor de experiências Vivalá e do roteiro ao Monte Roraima. 

A expedição é oferecida em collab com a Roraima Adventures (RRAdv), especialista na região há mais de 20 anos e pioneira nas expedições ao Monte Roraima.

De acordo com o diretor-geral da RRAdv, Joaquim Magno, a parceria no roteiro se dá pelos objetivos em comum dos negócios sociais. “A contribuição é recíproca, pois as duas empresas proporcionam uma experiência que tem um objetivo comum, que é levar os viajantes a viver uma experiência no destino, mas com qualidade, segurança, impacto positivo e sonho realizado”. 

O roteiro foi criado não somente para oferecer ao viajante uma inesquecível experiência, mas também para impactar positivamente o lugar. Esse impacto é fruto do turismo sustentável, que busca contribuir com a preservação ambiental do local, as comunidades participantes e a experiência dos viajantes. 

“Desde o primeiro contato com nosso material de marketing e equipe de vendas até o retorno da expedição, nosso viajante recebe todo o suporte e orientação para que sua experiência seja a mais agradável possível, o que inclui boas práticas relacionadas à sustentabilidade e segurança”, destaca Daniel Cabrera que, além de cofundador e diretor executivo da Vivalá, integra o conselho da Abeta – Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

O impacto social da Expedição ao Monte Roraima se inicia na condução do roteiro e durante a subida, guiada por indígenas locais, que conhecem e possuem contato direto com a região. A expedição tem duração de dez dias e é indicada para pessoas que já possuem um preparo físico, pois são 100 km de caminhada.

Há saídas previstas de uma a duas vezes no mês, que incluem o transporte terrestre a partir de Boa Vista até a Comunidade Indígena Paraitepuy, onde o grupo passa tanto na ida, quanto na volta. A expedição oferece treinamentos antes da viagem, hospedagem em Boa Vista e em Santa Elena de Uairén, transporte, todo o apoio de camping, incluindo equipamentos coletivos de acampamento, alimentação, taxa de entrada nas Comunidades e uma equipe capacitada para guiar a expedição.

A Vivalá, que atua no desenvolvimento do turismo sustentável no Brasil, está presente em 24 unidades de conservação do país, contemplando os biomas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Trabalha em conjunto com mais de 700 pessoas de populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, sertanejas e caiçaras.

Com 15 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a empresa já embarcou mais de 3 mil viajantes, além de ter injetado mais de R$ 4 milhões em economias locais através da compra de serviços de base comunitária e consumo direto dos viajantes.