Alter do Chão (2)

Dia do Turismo: experiências sustentáveis para conhecer a Amazônia

Texto: Maxi Mídia Comunicação

Foto: Divulgação/Vivalá

Da imersão em aldeias indígenas, no Acre, às praias de Alter do Chão, no Pará, passando pelas pousadas ribeirinhas, no Rio Negro, e pela aventura do Pico da Neblina, diferentes experiências revelam diversas ‘Amazônias’ em uma só. Conhecer a região pela lente do turismo de impacto, praticado de forma responsável, com protagonismo das comunidades é a melhor opção, principalmente, para quem é daqui.

A Vivalá, empresa apoiada pela Amaz Aceleradora, opera com experiências que vão de praias paradisíacas ao Pico da Neblina, conectando visitantes a comunidades locais e à natureza.

“Cada roteiro revela uma Amazônia diferente: da floresta ao cerrado, passando por rios e praias. É preciso múltiplas imersões para conhecer a diversidade da região e viver experiências únicas”, explica Daniel Cabrera, fundador da Vivalá.

No Pico da Neblina (AM), os viajantes fazem trekking ao ponto mais alto do Brasil, navegam pelo Rio Cauaburis e participam da bênção dos caciques Yanomamis. Já na região do Rio Negro (AM), a jornada inclui trilhas na selva, banho de rio, observação do céu em canoas, interação com botos regulamentada pelo ICMBio e oficinas de artesanato, além de visitas a projetos de preservação da fauna local.

Trilha do Pico da Neblina (Divulgação/Vivalá)
Passeio no Rio Negro (Divulgação/Vivalá)

Entre praias e rios amazônicos, no Pará, Alter do Chão oferece navegação pelo Canal do Jari, trilha da Vovó Samaúma, jantar à beira do rio e oficinas de carimbó e artesanato. Ainda no Pará, outra opção é conhecer Belém e a Ilha de Marajó. Os visitantes passeiam por igarapés, participam de oficinas de cerâmica e chocolate, e da extração de açaí e Turu, além de vivenciar a cultura local em casas de farinha e na dos pescadores comunitários.

Turistas em expedição de Alter do Chão (DIvulgação/Vivalá)

Para quem busca um mergulho mais profundo na cultura ancestral dos povos indígenas, a visita à aldeia Shanenawa (AC) proporciona trilhas na selva, danças e cantos, oficinas de pintura corporal e tecelagem, cerimônias tradicionais e aprendizado sobre medicinas ancestrais.

“O turismo sustentável transformou nosso modo de viver”, conta Cacique Teka Shanenawa, da aldeia Shanenawa, lugar frequentado pelo DJ Alok.

Visita à aldeia Shanenawa (Divulgação/Vivalá)

As expedições estão disponíveis em valores a partir de R$ 3.125,50, com todos os pacotes incluindo hospedagem, alimentação e seguro viagem. Mais informações e reservas podem ser encontradas no site www.vivala.com.br.

Apoiando a Amazônia em cada viagem

A Amaz é a maior aceleradora e investidora de negócios do Norte do país. Coordenada pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), apoia iniciativas que promovem impacto positivo na região, como a Vivalá, incluindo experiências de turismo sustentável que valorizam a cultura local, a preservação ambiental e o desenvolvimento das comunidades amazônicas.

Creditos-Take-Filmes-3-2048x1365

COP30 recebe evento dedicado a negócios sustentáveis da Amazônia

Texto: Up Comunicação Inteligente

Foto: Divulgação/Idesam

Belém será palco de um dos encontros mais estratégicos da Amazônia durante a COP30: o Festival de Investimento de Impacto e Negócios Sustentáveis da Amazônia (FIINSA). O evento acontece no dia 10 de novembro, das 8h às 21h (confirmar horário), no Campus de Direito do Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA), reunindo lideranças indígenas, empreendedores, gestores públicos, investidores, pesquisadores e representantes da sociedade civil em um ambiente de escuta, diálogo e construção coletiva.

O “FIINSA 2025 COP30 – Onde fazer fala mais alto” é realizado pelo Idesam e Impact Hub Manaus, com co-realização do CESUPA e apoio de uma ampla rede de parceiros. A iniciativa tem como objetivo ser um catalisador de articulações positivas, negócios viáveis e soluções inovadoras — construídos da Amazônia e para a Amazônia.

O festival já se consolidou como espaço de conexão e relevância. Desde sua primeira edição, em 2018, promove encaminhamentos estratégicos para fortalecer as economias da sociobiodiversidade e ampliar negócios sustentáveis. Agora, em sua edição especial, o FIINSA COP30 amplia o alcance, trazendo debates sobre como tirar os negócios da floresta do discurso e colocá-los em prática, como criar economias amazônicas que respeitem o tempo e as comunidades locais, e como redistribuir o poder de decisão na região, entre outras temáticas.

Temas prioritários

A programação inclui painéis temáticos, debates para gerar propostas de ação, feira de produtos da sociobiodiversidade (Mercado Amazônia), espaços de convivência e networking, além de experiências culturais e gastronômicas. Performances e imersões também estão confirmadas, como a simulação de um grande “banho de ervas” — tradição paraense ligada a rituais de proteção — e áreas inspiradas na floresta para estimular conexões entre os participantes.

“Queremos dar visibilidade às soluções que emergem dos territórios e suas conexões com negócios, investidores e demais atores do ecossistema. que já estão transformando a realidade local. A COP30 coloca a Amazônia no centro do mundo, e o FIINSA quer evidenciar como esse ecossistema transforma a realidade local”, afirma André Vianna do Idesam.

Sempre com um formato dinâmico, os painéis e rodas de conversa terão diversidade de vozes para enriquecer os discursos. Ao final, será produzido um documento oficial com demandas, propostas e soluções cocriadas durante o festival, voltadas ao fortalecimento da bioeconomia e dos negócios sustentáveis das florestas e rios amazônicos.

“O festival é mais do que um evento, é uma plataforma de encontro entre quem cria, quem investe e quem acredita na Amazônia. Nosso foco é fortalecer a bioeconomia, fomentar negócios de impacto socioambiental e valorizar modelos de investimento sustentável”, destaca o porta-voz do Impact Hub Manaus.

Para mais informações, acesse o site: https://fiinsa.org.br.

Divulgação/Idesam

Sobre

O Festival de Investimento de Impacto e Negócios Sustentáveis da Amazônia (FIINSA) é uma realização do Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia) e do Impact Hub Manaus, com co-realização do CESUPA. Conta com o patrocínio do Fundo Vale, Soros Economic Development Fund e Bemol. São parceiros institucionais o Instituto Sabin, Projeto Saúde e Alegria, Assobio, Redes Amazônidas pelo Clima, Centro de Empreendedorismo da Amazônia, Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto, Conexsus e Casa Amazônia.