foto meet up geral

Amaz realiza o 105º Meet Up da comunidade Jaraqui Valley  

Texto Maxi Mídia

Foto: Daniela Lopes

Edição destacou o setor de bioeconomia como estratégia fundamental para o desenvolvimento sustentável na Amazônia  

O 105º Meet Up da comunidade Jaraqui Valley foi organizado pela Amaz Aceleradora de Impacto e aconteceu nas dependências do Moinho Centro de Tecnologia e Inovação, que fica localizado dentro da Universidade Nilton Lins e contou com a presença de empreendedores, investidores, instituições e entusiastas do setor de startups. 

“O Meet Up é um encontro pensado para facilitar a troca de ideias e gerar conexões genuínas dentro do ecossistema de inovação. Com um formato leve e descomplicado, ele promove interações mais dinâmicas e assertivas entre os diferentes atores desse ambiente, estimulando a construção de sinergias e colaborações”, explica a Community Leader do Jaraqui Valley, Isis Arébalo. 

Um dos destaques da programação foi o painel “Conexões de Impacto: Desafios e Oportunidades”, com participação de Rafael Moreira, líder de seleção e aceleração da Amaz – aceleradora de negócios do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). Na ocasião, ele apresentou a Chamada de Negócios 2025, com inscrições abertas até sexta-feira (25/04). O edital e o formulário estão disponíveis neste link

Há cinco anos, a Amaz vem apoiando diversos negócios de impacto socioambiental na região. Em 2024, venceu o prêmio Jaraqui Graúdo, concurso promovido pela comunidade Jaraqui Valley, na categoria “Investidor Anjo”. Atualmente, 19 empreendimentos compõem o portfólio da aceleradora. 

”Neste ano, celebramos 5 anos de atuação na Amazônia e, desde o início, quando criamos o primeiro fundo híbrido, já avaliamos mais de 500 negócios potenciais, aceleramos 52 iniciativas e investimos diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental. Com isso, mais de mil famílias em 56 municípios da Amazônia foram beneficiadas e, também, contribuímos para a conservação e/ ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa”, pontua Gabriela Souza, líder de Operações. 

Além de Rafael Moreira também participaram do painel Taiane Freitas, do PPBio, e Roma Chavez, do Impact Hub, que ampliaram o diálogo sobre oportunidades para negócios em estágio inicial com foco na Amazônia Rural. 

Bioeconomia: pauta em expansão 

Bioeconomia é uma das pautas que mais vem ganhando força quando a discussão trata de desenvolvimento sustentável na Amazônia, com iniciativas que conservam a floresta em pé, enquanto impulsionam cadeias produtivas baseadas em produtos da sociobiodiversidade, como açaí, castanha-do-Pará, cupuaçu, cacau, mel de abelha e óleos naturais. Este sistema garante renda e bem-estar para comunidades tradicionais ribeirinhas, indígenas, quilombolas e extrativistas. 

“É muito gratificante ver que isso está se consolidando. Temos o Plano Nacional de Bioeconomia (PNDBio), o Plano Estadual de Bioeconomia [do Amazonas], a Nova Indústria Brasil (NIB). Ficamos muito felizes por fazer parte das discussões iniciais. E o Idesam foi sempre um grande parceiro, e agora mais recentemente com a Amaz ele tem ajudando a impulsionar negócios inovadores e relacionados à bioeconomia no estado do Amazonas”, destaca a vice-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação da Universidade Nilton Lins, Cleuciliz Magalhães. 

Há desafios a serem superados, mas a especialista demonstra confiança na evolução do ecossistema, especialmente com o aumento da participação de universidades que vêm incentivando o empreendedorismo por meio de eventos, incubadoras e núcleos de inovação tecnológica. Isso não somente em Manaus, mas em toda a região. 

“Nós temos questões logísticas, porque estar na Amazônia é diferente de estar em São Paulo, Rio de Janeiro. Aqui, temos desafios de capacitar muito mais rápido essas pessoas para entenderem esse cenário de inovação, de desenvolvimento sustentável. Estamos em um momento oportuno para acelerar o processo de inovação, empreendedorismo e questões relacionadas à bioeconomia”, finalizou a vice-reitora de pesquisa e inovação. 

GIRO - DIVULGAÇÃO_TUCUM

Tucum conecta mais de 4 mil indígenas e contribui para a conservação de 2,9 milhões de hectares de floresta 

Texto: Maxi Mïdia

Foto: Gabriela Rabaldo

Neste Abril Indígena, mês dedicado à valorização das histórias, culturas, vozes e identidades dos povos originários, a Amaz Aceleradora de Impacto celebra junto a Tucum o impacto positivo da empresa na vida de 107 Povos Indígenas. 

Segundo o Censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 1,7 milhões de indígenas vivem no país, com destaque para a Amazônia Legal, lar de 867 mil deste montante. Na maior floresta tropical do mundo, essas populações preservam não apenas o ecossistema, mas também saberes, modos de vida e culturas milenares. 

Atualmente, a Tucum – um dos negócios do portfólio da Amaz Aceleradora de Impacto – conecta mais de 4.860 mil artesãos e artesãs de 107 povos indígenas e comunidades tradicionais, localizadas na Amazônia Legal, Cerrado e Mata Atlântica. O negócio também contribui para a conservação de mais de 2,9 milhões de hectares de floresta. 

Para alcançar resultados tão expressivos, a Tucum assegura o repasse justo do valor pago pelos consumidores às artesãs e artesãos que vendem no site. Além disso, oferece formação para lideranças indígenas, com foco na comercialização digital, ampliando o protagonismo dos artistas. 

Primeiro Marketplace indígena do Brasil 

Fundada pela empreendedora e indigenista Amanda Santana, a Tucum consolidou-se como o primeiro marketplace indígena do Brasil. A ideia nasceu após uma imersão de Amanda no território da etnia Krahô, localizado entre os estados do Tocantins, Maranhão e Piauí, onde teve contato direto com o artesanato produzido por mulheres indígenas. 

Em 2013, ela fundou a primeira loja física da Tucum no bairro Santa Teresa, no Rio de Janeiro (RJ). Dois anos depois, expandiu as operações para o ambiente digital, ampliando o alcance dos produtos e contribuindo para a geração de renda de artesãos e artesãs em diversas regiões do país. 

O catálogo do marketplace contempla uma ampla gama de peças: biojoias, brincos, pulseiras, bolsas, máscaras, roupas, grafismos em tela, itens de decoração, entre outros. Os produtos são criados por artistas de dezenas de povos tradicionais, como Kayapó, Krahô, Kamayurá, Xipaya, Asurini, Yanomami, Baniwa, Matis, Marubo e Parakanã. 

“Cada arte carrega a essência, a beleza e a luta de sua cultura. Quando alguém compra uma peça indígena, está colaborando para manter a floresta em pé, com dignidade e respeito ao saber tradicional”, explica Santana. 

Abril Indígena 2025 

Historicamente invisibilizados no Brasil, os povos indígenas neste período organizam um grande movimento de resistência, o Acampamento Terra Livre (ATL) acontece em Brasília (DF) e reúne representantes indígenas de todo o país, especialmente mulheres, para reivindicar direitos, principalmente relacionados ao uso dos territórios. 

Para muitos povos, a arte é uma forma de resistência. E há mais de uma década, a Tucum atua como uma ponte entre as expressões culturais dos povos indígenas brasileiros e o restante da sociedade.  

Como reconhecimento, o negócio passou a integrar a Rede Origens Brasil, que assegura e monitora relações éticas entre empresas e comunidades tradicionais. O site do marketplace também foi reformulado, ganhando um design mais intuitivo e imersivo, com fotos, vídeos dos produtos e um Mapa de Impacto, que apresenta as associações e organizações conectadas à rede. 

“São 12 anos fazendo essa ponte entre povos indígenas e consumidores e transformando vidas. Nada disso seria possível sem a colaboração de tantos colaboradores, parceiros e associações que acreditam na nossa missão de valorizar a arte de quem luta para manter a floresta viva”, finaliza Santana. 

Em celebração ao Abril Indígena, a Tucum oficializa a parceria com a ativista Alice Pataxó, que se torna a nova embaixadora da marca. Oriunda da aldeia Tibá, da Terra Indígena (TI) Comexatiba, no sul da Bahia, a jovem se dedica na luta por justiça socioambiental. Em 2021, levou sua voz na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 26) e, no ano seguinte, foi indicada como uma das mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo na lista da BBC 100 Women. 

Já o marketplace está com itens exclusivos e 15% de desconto em compras acima de R$ 248,00, através do cupom ABRILINDIGENA15. Quem preferir pagar via PIX, ainda garante um abatimento extra de 8%. 

Impacto na Amazônia Legal 

A Tucum integra o portfólio da AMAZ, a principal aceleradora e investidora de negócios de impacto do Norte brasileiro a partir de um fundo de financiamento híbrido. Recentemente, lançou a Chamada de Negócios 2025, encerrando um ciclo de cinco anos de investimentos pelo desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal.A Chamada vai selecionar três a seis novos empreendimentos. Para participar da seleção, os negócios devem estar formalizados, em operação (seja em estágio inicial ou avançado) e que ofereçam produtos ou serviços inovadores e com potencial de mercado.  

Os selecionados vão receber um aporte inicial de R$ 200 mil a R$ 400 mil, com possibilidade de mais R$ 600 mil, totalizando R$ 1 milhão para investimento. 

Porém, a parte financeira não é o único atrativo. A AMAZ proporciona uma formação completa para os empreendedores por meio de conexões com outros atores do mercado, oficinas e workshops sobre diversos temas, e suporte especializado em assessoria jurídica, contábil e de comunicação. 

As inscrições seguem abertas até o dia 25 de abril, às 17h (horário de Brasília), por meio do link: https://amaz.org.br. Dúvidas podem ser encaminhadas até 20 de abril pelo e-mail [email protected]

foto: Nathalie Brasil Meet Up Comunidade Jaraqui valley

105° Meet Up da comunidade Jaraqui Valley será organizado pela Amaz

Texto: Maxi Mídia

Foto: Nathalie Brasil

Com o tema Conexões de impacto: desafios e oportunidades, a maior aceleradora de impacto do norte do país quer despertar empreendedores e startups do ecossistema amazônico para o segmento dos negócios com propósito.

Coordenada pelo Idesam, a Amaz Aceleradora de Impacto vai realizar o 105° Meet Up da comunidade Jaraqui Valley na próxima terça-feira, dia 15, a partir de 18h. O encontro acontecerá no auditório do Moinho Centro de Inovação e Tecnologia, na Universidade Nilton Lins. Localizado no campus universitário, que fica na Avenida Prof. Nilton Lins 3259, bloco D, próximo à biblioteca. O evento é gratuito, mas para acessar o meet up é necessário fazer a inscrição no site Sympla por meio do link. 

” O Meet Up é um encontro pensado para facilitar a troca de ideias e gerar conexões genuínas dentro do ecossistema de inovação. Com um formato leve e descomplicado, ele promove interações mais dinâmicas e assertivas entre os diferentes atores desse ambiente — de empreendedores a investidores, de entusiastas a instituições de apoio — estimulando a construção de sinergias e colaborações.”, explica a Community Leader do Jaraqui Valley, Isis Arébalo.  

Há 11 anos, a comunidade vem criando um ponto de encontro entre os negócios inovadores e os diversos pilares que formam o ecossistema, como é justamento o caso deste 105º Meet Up, que será realizado num centro de tecnologia de uma universidade por uma aceleradora de negócios. O Idesam conquistou dois Jaraquis Graúdos no ano passado, nas categorias ‘Instituto de Inovação’ e ‘Investidor Anjo’ com o Programa Prioritário de Bioconomia (PPbio) e com a Amaz Aceleradora de Impacto, respectivamente. 

” Neste ano, celebramos 5 anos de atuação na Amazônia e, desde  início, quando criamos o primeiro fundo híbrido, já avaliamos mais de 500 negócios potenciais, aceleramos 52 iniciativas e investimos diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental. Com isso, mais de mil famílias em 56 municípios da Amazônia foram beneficiadas e, também, contribuímos para a conservação e/ ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa.”, pontua Gabriela Souza, líder de Operações da Amaz. 

A Universidade Nilton Lins também levou o prêmio Jaraqui Graúdo, na mesma edição da premiação promovida pela comunidade Jaraqui Valley, na categoria ‘Universidade Inovadora’, pelo desempenho para estimular o empreendedorismo no Amazonas e valorizar o papel transformador da inovação. 

“Para a Universidade, estar ao lado de instituições como o Idesam, que tem um histórico de ações voltadas ao empreendedorismo e inovação socioambiental, é motivo de grande satisfação e vem ao encontro de nossos projetos e iniciativas de somar forças com outras instituições que atuam para o desenvolvimento sustentável da Amazônia com foco na realidade de nosso povo, costumes e características únicas.”, comentou Gisélle Lins Maranhão, reitora da Universidade Nilton Lins. 

viva lá belém e ilha de marajó

Empresa do portfólio de negócios da Amaz realiza expedição inédita para Belém & Ilha de Marajó 

Texto: Maxi Mídia

Foto: Divulgação Viva Lá

A Vivalá é referência em Turismo de Base Comunitária e está há nove anos no mercado proporcionando experiências marcantes para quem deseja conhecer mais sobre comunidades tradicionais, biodiversidade nativa e paraísos naturais.

Atualmente, o negócio atua em 28 Unidades de Conservação (UCs) do país, inclusive da Amazônia. 

Para aproveitar os feriados da semana santa e de Tiradentes, a Vivalá lançou a expedição “Belém & Ilha de Marajó”, no Pará. A jornada vai ser realizada entre os dias 17 e 21 de abril com um roteiro cheio de experiências autênticas: visitas aos paraísos naturais, degustação de gastronomia local e vivência com pessoas da floresta amazônica. 

Dentre os pontos altos do roteiro estão a visita ao igarapé do Mata Fome; às casas do Seu Ladi, às casas de farinha da comunidade Boa Vista do Acará e de Chocolate da Dona Nena; além das praias do Céu, Pesqueiro e Garrote. 

O empreendimento recebe o apoio especializado e necessário para impulsionar seu impacto socioambiental na região pela aceleradora desde 2021. 

“Ter a AMAZ como investidora na Vivalá, além de parceira e aceleradora, é algo extremamente importante, porque nos traz uma visão mais sistêmica da Amazônia como um todo, de diferentes cadeias e de como todos os atores, incluindo o Turismo Sustentável, podem gerar e atuar como uma ferramenta de desenvolvimento socioambiental positivo pro maior bioma brasileiro e maior floresta tropical do mundo”, declara Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo do negócio. 

A primeira jornada da expedição “Belém & Ilha de Marajó” segue à venda até o próximo sábado, 5 de abril. Os viajantes ainda serão presenteados com um kit de produtos regionais e sustentáveis. Para compra e mais informações, acesse o link

Oportunidade para novos negócios  

A AMAZ Aceleradora de Impacto está com chamada aberta para novos negócios, com foco nos empreendedores e startups de impacto socioambiental. 

Para participar da seleção, os negócios devem estar formalizados em operação, ter como premissa central o impacto socioambiental, e ter sede ou atuação na Amazônia Legal. Além disso, precisam ter viabilidade financeira, potencial de mercado e soluções inovadoras.  

A chamada vai selecionar de três a seis negócios, nos quais cada um receberá um aporte de R$ 200 mil até R$ 400 mil de forma inicial. Após o período de aceleração, mais conhecido como “follow-on”, ainda haverá investimentos adicionais que podem chegar até R$ 600 mil, totalizando R$ 1 milhão investidos. 

Os benefícios ainda incluem: assessoria de comunicação, jurídica e contábil, acesso a conhecimento sobre temas relevantes para gestão de negócio, conexão com outros empreendedores, acompanhamento especializado, concessão de bolsas de estudos e outras formas de apoio. 

As inscrições para a Chamada de Negócios 2025 da AMAZ seguem até 25 de abril neste link. O prazo para envio de dúvidas se estende até 20 de abril pelo e-mail [email protected]

foto webinário divulgação. créditos: Rodrigo Durate

Amaz promove webinário para empreendedores de impacto no dia 8 de abril 

Texto: Maxi Mídia

Foto: Rodrigo Duarte

A iniciativa visa esclarecer dúvidas em relação a Chamada de Negócios 2025, que segue com as inscrições abertas até o dia 25 de abril. 

A Amaz Aceleradora de Impacto, coordenada pelo Idesam, está com inscrições abertas para a Chamada de Negócios 2025. Uma oportunidade para startups, negócios de base comunitária e empresas que atuam na conservação da floresta e no desenvolvimento socioambiental da Amazônia. Para apresentar os detalhes do processo de inscrição pela internet, os critérios da seleção e esclarecer dúvidas, a aceleradora vai realizar um webinário ao vivo no dia 8 de abril, às 18h (horário de Manaus), pelo canal da Amaz no YouTube, no www.youtube.com/@amazaceleradoradeimpacto8875 . 

O evento será apresentado por Rafael Ribeiro, líder de seleção e aceleração da Amaz, e contará com a participação de Gabriela Souza, líder de operações da Amaz , e Ian Lazoski, fundador da Impact Not a Bank, um dos negócios selecionados na chamada de 2024. Os participantes irão explicar o processo de inscrição, os critérios de seleção e os benefícios para os negócios aprovados. 

” É uma ótima oportunidade para tirar dúvidas sobre o formulário de inscrição e se aprofundar mais sobre os critérios que usamos na seleção. Estamos com a chamada aberta desde o final de fevereiro e agora já é a reta final para quem está buscando uma oportunidade de ser negócio do nosso portifólio. A inscrição é gratuita, mas não é qualquer startup ou empreendedor que pode participar do nosso programa de aceleração.”, pontua Gabriela Souza, líder de operações da Amaz Aceleradora de Impacto. 

Ter um negócio de impacto em operação, ainda que em estágio inicial, é um dos critérios, contudo o foco de impacto da startup deve ser na Amazônia Rural, ou seja, fora dos grandes centros urbanos da Amazônia. A empresa pode até ter sede fora da Amazônia, mas o impacto dela precisa ser na região, como é o caso da startup Impact not a bank, que é uma plataforma global voltada para o financiamento de ações em clima, comunidade e biodiversidade. 

“A Amazônia rural é o coração do nosso trabalho. Mesmo sendo uma plataforma global, nosso foco está em financiar soluções que gerem impacto direto em clima, comunidades e biodiversidade nos territórios mais profundos da Amazônia, longe dos grandes centros urbanos. O programa Food&Forest é um exemplo disso — estamos conectando capital a negócios regenerativos que atuam diretamente nesses territórios, fortalecendo cadeias da sociobiodiversidade e impulsionando a economia da floresta.” — Ian Lazoski, fundador da Impact not a bank. 

5 anos de Impacto na Amazônia  

 A Amaz, que neste ano celebra cinco anos de atividade, já acelerou 52 negócios de impacto, investiu diretamente em 18 iniciativas e contribuiu para a conservação de 447 mil hectares de floresta nativa. Na Chamada de Negócios 2025, os finalistas terão acesso a um workshop presencial, apoio para preparação de pitch para investidores e investimentos iniciais entre R$ 200 mil e R$ 400 mil, podendo chegar a até R$ 1 milhão em rodadas adicionais. 

As inscrições estão abertas até o dia 25 de abril, às 17h (horário de Brasília), e podem ser feitas pelo link: bit.ly/amaz-selecao25. 

SERVIÇO: 

O quê: Webinário sobre a Chamada de Negócios 2025 da Amaz 

Quando: 8 de abril, às 18h (horário de Manaus) 

Onde: Canal da Amaz no YouTube 

tribo super foods

Tribo Superfoods vence 11ª Startup Day, em Belém 

Foto: Divulgação Tribo Super Foods

Texto: Maxi Mídia Comunicação

O evento, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), reuniu mais de 300 negócios e contou com palestras, momentos de networking e batalha de pitches. 

Fundada em 2023 pelo empreendedor Maurício Pantoja, a Tribo Superfoods se dedica à produção e exportação de purês de açaí, cupuaçu e cacau. Com um modelo de negócios baseado na sustentabilidade e no comércio justo, a empresa beneficia duas cooperativas e impacta 340 famílias de comunidades em Igarapé-Miri e Abaetetuba, no estado do Pará. 

“Participar de eventos como o Startup Day é super importante para trazer visibilidade para o negócio, fazer conexões com outros atores da bioeconomia que desejam fazer parcerias conosco. Além da participação e da conquista, vejo que isso aproxima muito do resultado que desejamos construir: mostrar que realizamos um trabalho sério, importante e válido para as comunidades”, pontua Pantoja. 

Atualmente, os produtos da Tribo Superfoods são comercializados localmente e distribuídos nos estados do Piauí, Ceará e Maranhão, por meio de parcerias comerciais. O próximo passo da startup é expandir sua atuação para a região Sudeste. 

A união entre saberes tradicionais, preservação da floresta, comércio justo e desenvolvimento comunitário são os diferenciais da Tribo Superfoods.  

“Há quem diz que apenas transformamos polpa em pó, mas vai muito além disso. Trabalhamos com rastreabilidade, metrificação, associação de outras culturas. Tudo para mostrar a nossa identidade e inspirar com o que estamos realizando”, agrega o empreendedor. 

Apoio da AMAZ 

A Tribo Superfoods integra o portfólio da AMAZ Aceleradora de Impacto, que oferece suporte estratégico a negócios sustentáveis da Amazônia. O programa proporciona capacitação em empreendedorismo, conexões de mercado e mentorias especializadas. 

Para Pantoja, os resultados já são visíveis. “O programa de aceleração vem nos ajudando a construir nossa base. Hoje, temos muito mais clareza do nosso propósito, de como metrificar os impactos, de organizar as finanças do negócio para ser sustentável. O programa vem nos preparando para outras conquistas, que a partir das oficinas, contatos com especialistas, consultorias, vamos construir uma base muito forte. Isso vai se provando na medida em que participamos deste e outros eventos, mostra a maturidade que a Tribo Superfood vem formando”, finaliza. 

Chamada de Negócios 

A Chama de Negócios 2025 da AMAZ segue aberta até 25 de abril, pelo link. Podem se inscrever negócios, empreendedores e startups formais com sede ou atuação direta na Amazônia Legal, que estejam em operação – em fase de desenvolvimento ou mais avançada – e que possuam produtos ou serviços inovadores voltados à conservação do bioma, à valorização da biodiversidade e ao desenvolvimento socioambiental. 

Durante a jornada de aceleração e investimento, os negócios selecionados terão acesso a uma série de benefícios. Um deles será o aporte de inicial de R$ 200 mil a R$ 400 mil para até seis startups, que poderão ainda conseguir um investimento adicional de R$ 600 mil no decorrer dos 6 meses, período de follow on. 

Além disso, os negócios recebem capacitação em temas relevantes, como gestão de impacto, estratégias de mercado, marketing e comunicação, logística, storytelling e captação de investimentos; têm a oportunidade de se conectar com outras startups da do portfólio da AMAZ; e desfrutam de assessoria jurídica, contábil e de comunicação. 

O link com todos os detalhes está disponível no link. Dúvidas devem ser enviadas ao e-mail: [email protected]

inocas divulgação

Inocas é destaque na série Brasil 2050 do Canal Futura  

Texto: Maxi Mídia Comunicação

Foto: Divulgação Inocas

O negócio do portfólio da Amaz  tem como objetivo gerar uma alternativa ao óleo de soja e de palma com a cadeia produtiva da macaúba e aparece na terceira temporada da série, que aborda casos sustentáveis bem-sucedidos.

Fundada em 2015, a Inocas já tem mais de 2 mil hectares plantados da macaúba. A start up desenvolve a cadeia produtiva da macaúba para torná-la uma das principais fontes de óleos vegetais sustentáveis a nível global, sem reduzir a produção de alimentos e sem derrubar uma única árvore.  

Além de aliar o plantio da espécie à pecuária, aproveitando os benefícios que a primeira trará para a segunda: sombra para os bois, melhoramento do solo do pasto, aproveitamento da própria “torta” resultante da macaúba como ração para os animais, e menor necessidade de abertura de novas áreas para ambas as atividades.  

A meta é conseguir plantar 30.000 hectares de macaúba consorciados em sistema silvipastoril, em parceria com pequenos agricultores, como o Luiz Domingos que é um dos personagens do episódio da Série Brasil 2050.  

O episódio sobre clima aborda estratégias para que o Brasil tenha uma economia descarbonizada, o que ajudaria a humanidade a reverter e amenizar os efeitos das mudanças climáticas provocadas pela excessiva emissão de gás carbônico. 

A colaboração entre o projeto de expansão da INOCAS e a AMAZ começou entre 2021 e 2022, época em que a startup estruturava a atuação no Pará. Desde os primeiros contatos com a equipe da AMAZ, ficou claro o impacto estratégico dessa parceria para o avanço da iniciativa na região. 

 “A AMAZ desempenhou um papel fundamental na expansão da INOCAS no Nordeste Paraense, oferecendo suporte estratégico e facilitando nossa integração com os atores locais. Um dos aspectos mais relevantes foi o acesso à rede de iniciativas impulsionadas pela AMAZ, que ampliou nossa visão sobre os desafios e oportunidades locais. Além disso, a AMAZ nos acompanhou em diversas visitas técnicas, proporcionando um contato direto com produtores já assistidos por eles. Essa interação foi essencial para compreendermos melhor o perfil dos agricultores e suas necessidades, permitindo que ajustássemos nossa abordagem de forma mais assertiva.”, analisa Johanes Zimpel, diretor executivo da Inocas. 

Apoio estratégico 

Outro diferencial foi o suporte na regularização fundiária, um dos principais entraves na região. Com orientações estratégicas, soluções práticas e conexões com parceiros-chave, a AMAZ contribuiu diretamente para o desenvolvimento seguro e sustentável do projeto. 

“Desde o início, a AMAZ também esteve presente na governança da INOCAS, participando ativamente do Conselho e influenciando decisões importantes. Além do apoio institucional e técnico, proporcionaram treinamentos e rodadas imersivas, além de realizarem investimentos financeiros na fase inicial. Se há um fator determinante para o sucesso da INOCAS na Amazônia, é o conhecimento aprofundado da região que adquirimos ao longo dos anos, e a AMAZ teve um papel essencial nesse processo. Sem essa parceria, nosso avanço teria sido muito mais desafiador e lento.”, conclui o empreendedor de impacto. 

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Amaz seleciona negócios para receber investimentos de até R$ 1 milhão  

Texto: Maxi Mídia Comunicação

Foto: Arquivo Amaz

A Amaz Aceleradora de Impacto vai selecionar startups e empreendedores por meio da Chamada de Negócios 2025. As inscrições estão abertas até o dia 25 de abril. 

Startups e empreendedores com sede ou atuação direta na Amazônia, que já estejam em operação – em fase mais avançada ou de desenvolvimento – e que possuam produtos ou serviços em modelo inovador podem receber investimentos na ordem de até R$ 1 milhão. Para isso, basta ser um dos selecionados na Chamada de Negócios 2025 da Amaz, que segue com as inscrições abertas até às 17h, (horário de Brasília) do dia 25 de abril. Para se inscrever basta acessar o link

“Para participar é essencial ter uma empresa formalmente constituída. Os negócios selecionados precisam ter viabilidade financeira e potencial de mercado, e trazer soluções – que podem ser produtos ou serviços – com impacto socioambiental relevante na Amazônia rural e, inclusive, que adotem um bom relacionamento e mecanismos de governança com as comunidades impactadas.”, observa a gestora de operações da Amaz – Aceleradora de Impacto, Gabriela Souza. 

Na Chamada de Negócios 2025 serão selecionados de três a seis startups ou empreendedores que receberão investimento inicial entre R$ 200.000,00 e R$ 400.000,00, valor que será definido de acordo com o estágio de desenvolvimento do negócio.  

Além desses valores iniciais, os selecionados poderão receber aporte adicional de até R$ 600.000,00 no período posterior à aceleração, chamado de follow-on, com duração de 6 meses, finalizando investimento total no valor de R$ 1 milhão.  

Contudo, ter um negócio acelerado pela Amaz Aceleradora de Impacto vai muito além de receber apenas o aporte financeiro. O programa inclui uma verdadeira jornada de aprendizado por meio de várias oficinas de capacitação e workshops, tais como gestão e avaliação de impacto, estratégias de mercado, marketing e comunicação, logística, storytelling e captação de investimentos, além de suporte de assessoria jurídica, contábil e de comunicação.  

“A parceria com a AMAZ agregou o nosso negócio em diversos níveis, por ser consoante com nosso propósito de gerar impacto socioambiental e elevar o desenvolvimento territorial na região amazônica. Trouxe conexões, recurso, trocas de experiências e amadurecimento.”, comentou Vivian Chun, fundadora e CEO da MOMA, uma empresa de cosméticos feitos com insumos agroflorestais.  

A MOMA ingressou no portfólio da Amaz por meio da Chamada de Negócios 2022, na fase de tração. No ano seguinte, entrou no programa de aceleração e em 2024, a MOMA já estava atuando com mais de 10 elos produtivos amazônicos, incluindo aproximadamente 250 famílias em 14 municípios entre os estados do Amazonas e Pará, além da regeneração direta por meio de plantios agroflorestais. 

5 anos de Impacto positivo na Amazônia  

A AMAZ, maior aceleradora e investidora de negócios de impacto do norte do país conta com um fundo de financiamento híbrido (blended finance) para investimento em negócios de impacto, o primeiro voltado exclusivamente para a região.   Coordenada pelo Idesam, tem como fundadores Fundo Vale, Instituto Humanize, Instituto Clima e Sociedade, Fundação Good Energies e Fundo JBS pela Amazônia.  

Agora em 2025, a aceleradora realiza a quinta chamada de negócios, que fecha um ciclo de 5 anos utilizando recursos na ordem de R$ 25 milhões, investidos em startups e empreendedores que atuam na Amazônia.  

negócios, empreendedores e startups de impacto para receber apoio no desenvolvimento do seu negócio.

AMAZ abre inscrições para a Chamada de Negócios 2025 e celebra cinco anos de impacto na Amazônia

Foto: Rodrigo Duarte

Texto: Henrique Saunier

Estão abertas as inscrições para a Chamada de Negócios 2025, startups, empreendedores de impacto e negócios inovadores podem participar de um programa de aceleração e investimento de até R$ 1 milhão. O foco está em iniciativas que contribuam para a conservação da floresta e a geração de renda para as comunidades locais, fortalecendo uma nova economia sustentável para a região.

As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de abril, no link . Coordenada pelo Idesam, a AMAZ tem um histórico robusto de atuação. Desde 2021, quando criou seu primeiro fundo de financiamento híbrido, a aceleradora já:

  • Avaliou mais de 500 negócios potenciais;
  • Acelerou 52 iniciativas, incluindo o programa Floresta+ Aceleração;
  • Investiu diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental;
  • Beneficiou 1.932 famílias em 56 municípios da Amazônia brasileira;
  • Contribuiu para a conservação e/ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa;
  • Movimentou R$5 milhões em investimentos diretos e R$38,5 milhões em investimentos alavancados.

Uma nova fase para a AMAZ

Este lançamento marca um momento especial: o quinto ano da AMAZ. Desde sua fundação, a aceleradora tem se consolidado como um movimento estratégico para transformar a Amazônia em um polo de desenvolvimento sustentável, conectando o terceiro setor e o mercado privado para alavancar soluções econômicas de impacto positivo.

Com a revisão de sua teoria de mudança e a experiência acumulada, a AMAZ entra agora em uma nova etapa de atuação. O programa passa a incorporar a prospecção ativa de negócios, ampliando sua capacidade de originação e geração de novas iniciativas, além da aceleração e investimento em startups em estágio inicial. O objetivo é ampliar o impacto até 2030, consolidando um ecossistema de negócios sustentáveis na região.

Outro avanço importante é a mudança de plataforma para inscrições, tornando o processo mais acessível e facilitando a participação de empreendedores que desejam fazer parte da transformação da Amazônia.

“A AMAZ vai além da aceleração de negócios. Estamos construindo uma nova economia para a Amazônia, onde a floresta em pé se torna um ativo econômico poderoso. Queremos atrair mais investidores, fortalecer cadeias produtivas e estruturar um ecossistema robusto de negócios de impacto”, afirma Gabriela Santos, líder de Operações da AMAZ.

Histórias de sucesso e crescimento

Empresas apoiadas pela AMAZ já demonstram o potencial de transformação que o programa fomenta. A Manioca, por exemplo, se uniu a um grande grupo empresarial, enquanto iniciativas como Zenativo e Inox fortalecem cadeias produtivas locais, gerando emprego e renda de forma sustentável.