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Comunicado – Mudança na composição do Portfolio

A AMAZ informa a saída de duas empresas aceleradas de seu portfolio, cujos contratos de investimento foram rescindidos após uma análise cuidadosa e estratégica.

Não fazem mais parte do portfolio da AMAZ:

1.    Simbiótica/Impacta Finance – A rescisão aconteceu em 01.04.2024.

2.    BR Carbon – A rescisão aconteceu em 06.05.2024

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Marcas do portfólio da AMAZ estão nas gôndolas do Carrefour

Foto: Divulgação Carrefour

Mazô Maná, Na’Kau, Manioca e Soul Brasil estão entre as marcas que integram o Programa Floresta Faz Bem

Chocolates, granola de tapioca, geleias, molhos e um supershake com ingredientes amazônicos podem ser adquiridos nas gôndolas do Programa Floresta Faz Bem, primeira iniciativa exclusiva e em rede nacional de incentivo a venda de produtos produzidos por ou em parceria com povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia.

A iniciativa do Grupo Carrefour Brasil, está alinhada a seu compromisso de liderar a transição dos sistemas alimentares no país e fomentar os produtos da sociobiodiversidade.

Duas unidades de hipermercados Carrefour na cidade de São Paulo – Paseo Alto das Nações e Jardim Pamplona Shopping – já oferecem a gôndola com os produtos. A próxima unidade a implementar o programa Floresta Faz Bem será em Brasília – Brasília Sul.

Os produtos à venda, de 13 marcas, incluindo as quatro do portfólio da AMAZ, incluem chocolates orgânicos, café, geleias, cacau, mistura para bolo e o supershake da Floresta Amazônica.

Da Na’kau – que trabalha com cacau orgânico das várzeas amazônicas, colhido por produtores das comunidades ribeirinhas dos rios Madeira e Amazonas -compõem a gôndola chocolate orgânico 72% cacau e combinações com castanha da Amazônia, Café Apuí Agroflorestal, Cupuaçu e Pimenta Baniwa.

A granola de tapioca da Manioca traz, além da tapioca flocada, castanha, nibs de cacau, cupuaçu e cumaru, ingredientes cultivados por povos e comunidades tradicionais.

Os molhos e geleias da Soul Brasil – orgânicos e com o selo Origens Brasil ® – unem ingredientes amazônicos para sabores únicos, como os molhos de pimenta Assîssî (cultivada por mulheres indígenas Waiwai) e de pimenta Jiquitaia (cultivada por mulheres indígenas Baniwa), além das geleias de manga com cumaru, de banana com cacau amazônico e de manga com pimenta Asîsî.

E da Mazô Maná vem o Supershake da Floresta, refeição completa em pó composta por 14 ingredientes da floresta, dentre eles açaí, babaçu, castanha, cogumelo, cumaru e pimenta cumari. Os ingredientes são provenientes de cultivos realizados por povos originários e agricultores familiares, e o produto tem o selo Origens Brasil ®

“É muito legal ver as empresas que tem como propósito conservar ou restaurar florestas e gerar renda para comunidades na Amazônia, conseguindo posicionar seus produtos em grandes redes de varejo como o Carrefour. Isso reforça o compromisso dessas empresas em ajudar a construir as soluções que a Amazônia precisa, assim como dar uma oportunidade para as pessoas contribuírem para a conservação da floresta adquirindo produtos de qualidade em todas as regiões do Brasil. Parabéns ao Carrefour pelo Programa”, analisa Mariano Cenamo, diretor de novos negócios do Idesam e CEO da AMAZ.A lista de todos os produtores e mais informações podem ser acessados no site do programa: https://www.grupocarrefourbrasil.com.br/florestafazbem/

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Manawara abre terceira franquia

Foto: Divulgação Manawara

Depois de inaugurar duas franquias – uma em Manaus e outra em São Paulo -, a Manawara abriu sua terceira unidade no Shopping Osasco, na cidade de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.

A unidade é parte de uma série de franquias previstas para inauguração até o fim de 2024. Outras duas devem ser abertas ainda este ano, entre maio e junho: no Shopping Pátio Paulista, na capital de São Paulo, e em Manaus, no Amazonas Shopping.

Também estão previstas para o ano mais unidades em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. O ponto de venda na capital paulista, inaugurado em meio de 2023, segue em funcionamento e também funciona como showroom para atração de futuros franqueados.

Mércio Sena, CEO da empresa, destaca que a Manawara deve entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. O modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose. E projeta fechar o ano de 2024 com 15 novos produtos.

Em sua cadeia produtiva, a Manawara busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

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Manioca lança linha de farofas

Foto: Divulgação Manioca

A Manioca acaba de lançar uma nova linha de produtos: farofas. A novidade chega ao mercado em três sabores: tradicional, defumada e ervas amazônicas.

Os grandes diferenciais dos produtos, segundo a empresa, são o sabor, a granulometria e a crocância, oriundos de técnicas ancestrais da região.

Além da mandioca amarela genuinamente amazônica, as farofas contam com ingredientes locais que conferem aroma e sabor únicos em cada uma das versões oferecidas: a tradicional recebe toque de puxuri, especiaria que substitui a noz moscada, com um leve toque mentolado; a defumada tem o cumaru, semente aromática conhecida como baunilha amazônica, que proporciona um leve toque adocicado, combinando perfeitamente com o defumado de seus temperos; a de ervas amazônicas apresenta aos consumidores a alfavaca e a chicória do Pará, ervas usadas sempre em dupla em vários pratos tradicionais da região.

Os produtos estarão à venda em supermercados e empórios de todo o país em embalagens de 250g e prometem trazer mais sabor para a mesa do brasileiro.

Ingredientes de origem amazônica

A mandioca usada em sua produção é cultivada por duas comunidades tradicionais dos municípios de Moju e Acará, ambos no Pará, que recebem assistência técnica e capacitações ofertadas pela Manioca e ONGs parceiras para realizar o manejo de forma orgânica e sem prejudicar o meio ambiente e seus produtores, garantindo ingrediente de qualidade e sustentável.

Há nove anos trabalhando com o aprimoramento de produtos feitos a partir da mandioca e com a produção da farofa, a Manioca passa agora a usar o alimento em sua totalidade. O amido é usado na farinha de tapioca e no molho de pimenta, o líquido é transformado no caldo vegetal tucupi e no molho de tucupi preto, o shoyu amazônico, e agora a massa vira farofa.

Foto Omar Velásquez Rojas

Casa Tucum é inaugurada no centro da cidade do Rio de Janeiro

Foto: Omar Velásquez Rojas

Espaço demarca território indígena na capital fluminense como plataforma das artes indígenas do Brasil e seus fazedores

A Tucum inaugurou, no centro da cidade do Rio de Janeiro (Rua do Rosário nº 30), a Casa Tucum. Mais do que um espaço de comercialização da arte e do artesanato indígena de diversas partes do país, o lugar é um centro cultural que demarca território no coração da capital fluminense, sendo espaço de resistência e de encontro com a cultura indígena, de diálogo e construção permanente.

A Casa foi aberta ao público no dia 19/04, Dia dos Povos Indígenas, com extensa programação que incluiu roda de maracá e de rapé, cantoria, cerimonias tradicionais, apresentação da curadoria artística da casa, apresentações musicais, abertura de exposição, roda de conversa, contação de histórias, pintura corporal, oficinas, e seguiu até o final do mês com a participação de indígenas de diversas etnias.

Lideranças, sabedores e artistas de diversos povos estiveram presentes para celebrar e reafirmar as artes indígenas do Brasil como ferramenta de luta.

O propósito do espaço é difundir e valorizar as diversas narrativas originárias, promover ideias decoloniais e reflorestar as mentes dos visitantes. Além de atividades culturais permanentes, a Casa Tucum comercializa artes indígenas de diversas regiões do país.

“Foi a realização de um sonho. Foi um momento muito forte, uma força ancestral que se formou, se fez presente dentro da casa, e a gente de fato demarcou esse território com a presença desses parentes lá. A Casa vai ser um espaço para as pessoas se aproximarem da realidade e da cultura de nossos parceiros. Um espaço de reafirmação das artes e dos povos indígenas do Brasil”, analisa Amanda Santana, sócia fundadora e diretora criativa da Tucum.

A Casa Tucum integra o projeto Reviver Cultural, da Prefeitura do Rio, que pretende revitalizar o centro da cidade através de espaços culturais.

Confira o vídeo de inauguração