oficina de aceleraçào Amaz

Negócios apoiados pela AMAZ participam de encontro estratégico para ampliar e formalizar impacto socioambiental 

Texto: Maxi Mïdia

Foto: Divulgação Amaz

As startups Tribo Superfoods, ForestiFi e Impact Not a Bank, investidas em 2024 pela AMAZ Aceleradora de Impacto, participaram do segundo encontro da “Jornada de Aceleração”, realizado em São Paulo, em parceria com o SBSA Advogados e a CIPÓ Consultoria. 

    Desde 2022, a aceleradora promove essa formação customizada para que os negócios do portfólio fortaleçam as teses de impacto e se tornem mais competitivos para futuras rodadas de investimento e para enfrentar os desafios do mercado. De maneira geral, a jornada de aceleração trabalha estratégias de gestão comercial, comunicação, relacionamento com comunidades e fornecedores, mensuração e gestão de impacto, e captação de investidores. 

“O objetivo é apoiá-los para que eles estejam mais preparados para lidar com as rodadas de investimento e a evolução como um todo, principalmente em aspectos de formalização, planejamento e desenvolvimento de negócios”, conclui Rafael Moreira, líder de seleção e aceleração da AMAZ. 

Este foi o segundo encontro da jornada com negócios de impacto que atuam na Amazônia rural. Os negócios seguem com atividades individuais, planejadas conforme as necessidades específicas de cada empreendimento, até novembro deste ano. 

Quem colabora nessa pauta é o SBSA, um escritório jurídico pioneiro e especializado no Terceiro Setor. A parceria já dura alguns anos e, na avaliação da advogada e sócia Aline Souza, este encontro foi mais uma ação para fortalecer o ecossistema de impacto na região amazônica. 

“Somos parceiros da AMAZ desde a sua criação. Tivemos a alegria de receber a jornada de aceleração atual, na qual apresentamos conteúdos de ordem tributária, governança voltada a impacto e um mapa dos termos jurídicos que precisam ser priorizados, ajudando para que elas possam se posicionar cada vez melhor no mercado e mitigar riscos. Houve um retorno muito importante da aceitação e incorporação dos aprendizados.”, afirma a especialista. 

Agregando valor ao encontro, a AMAZ contou com a participação da CIPÓ Consultoria, startup especializada na prestação de serviços em gestão estratégica de negócios regenerativos. A representação foi feita por Fabio Vernalha e André Saab, que trabalharam temas de estratégia para impacto, definição de canais e precificação para cada um dos negócios. 

Oficina de Aceleração 

Ao longo de três dias, a imersão priorizou o direcionamento estratégico para a expansão dos negócios e a formalização do impacto socioambiental, por meio de networking, palestras, workshops, consultorias jurídicas e reuniões individuais com os empreendedores. 

Alguns dos temas abordados foram: estratégias de portfólio, posicionamento de marca, precificação, experiência do cliente, tendências da reforma tributária, compliance, governança de impacto e obrigações jurídicas em contratos. 

Maurício Pantoja, CEO da Tribo Superfoods, participou da jornada. A startup se dedica à produção e exportação de purês de açaí, cupuaçu e cacau, impactando mais de 340 famílias de comunidades em Igarapé-Miri e Abaetetuba, no estado do Pará. 

“Hoje tivemos um dia cheio de aprendizados que envolveram uma parte teórica inicial, que foi muito bem tangibilizada pelo time da SBSA, trazendo conceitos bastante críticos e muito importantes para o nosso negócio”, compartilhou o empreendedor. 

Gabriel Ribenboim, CEO e cofundador da Impact Not a Bank — uma plataforma especializada em soluções financeiras para empreendimentos e projetos socioambientais na Amazônia — compartilha que um dos pontos aprendidos foi a atenção devida às demandas dos clientes. 

“O processo de aceleração da AMAz tem oferecido não apenas apoio técnico e estratégico, mas também uma imersão profunda no ecossistema da sociobioeconomia amazônica, permitindo que refinássemos nossa oferta e nosso modelo de negócio com base nas reais demandas e potencialidades da região. No destaque deste segundo encontro, com o olhar para contratos justos na Amazônia, fortalecemos nosso compromisso com o cuidado nas relações com nossos clientes.”, pontua o empreendedor.  

Glauco Aguiar, cofundador da ForestiFi, uma plataforma especializada na tokenização de produtos da biodiversidade amazônica e na conexão de sistemas produtivos a mercados sustentáveis destaca que os conhecimentos são muito valiosos para o crescimento do  negócio. 

“Acelerar com a AMAZ tem sido fundamental. O acesso a mentores de alto valor e a conexões estratégicas com o portfólio abriram portas e aceleraram decisões. As trilhas de conhecimento jurídico, estratégico e de impacto são extremamente assertivas. A imersão em São Paulo foi um grande exemplo disso: uma semana de conteúdo denso sobre estratégia, precificação, contratos justos e reforma tributária, com mentorias individuais que resolveram gargalos específicos da nossa operação.”, analisa. 

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AMAZ contribui para revisão do novo  Modelo C 2.0, ferramenta estratégica usada na aceleração de negócios de impacto

Texto: Maxi Mídia

Foto: Rodrigo Duarte

O Modelo C, uma ferramenta essencial na modelagem de negócios e desenvolvida pela parceria entre a Move Social e o Sense-Lab, ganhou uma “versão 2.0”. A AMAZ, maior aceleradora de impacto da Região Norte, utiliza a metodologia desde o início de sua trajetória para apoiar empreendedores da floresta na construção de estratégias que gerem impacto real. São mais de 17 negócios acelerados e 14 investidos, que juntos ajudam na preservação de mais de 633 mil hectares de floresta e apoiam 750 famílias em 56 municípios da Amazônia.

A nova versão foi lançada durante o Impacta Mais 2025, realizado no mês de março com apoio da AMAZ, do Grupo Boticário, Fundo Vale, Instituto Sabin e ICE. O Modelo C contribui para a modelagem e gestão estratégica dos negócios, tanto para entender as intenções de negócios em estágio de ideação, quanto para construir uma imagem diagnóstica daqueles já em operação. Para isso, integra a Teoria da Mudança com o Business Model Canvas.

Mariano Cenamo, CEO da aceleradora e fundador do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), foi um dos responsáveis pela revisão. Ele compartilha um pouco mais sobre como a aceleradora aproveita a ferramenta.

“A MOVE e o Sense-Lab têm sido parceiros super importantes para a AMAZ desde o início da construção da nossa estratégia de atuação até o momento atual. […]. Do nosso lado, tem sido muito boa para planejar o processo de aceleração dos negócios, ou seja, a gente aplica na oficina de pré-aceleração, quando é realizado um diagnóstico e planejamento com os negócios que estão na fase final prévia ao pitch day, onde a gente toma a decisão de investimento, e ali a gente consegue ter uma boa visão do modelo de negócio e da construção da tese de impacto. Os negócios terminam a oficina de pré-aceleração, última fase da seleção daqueles que vamos acelerar, apresentando o Modelo C.”, explica Cenamo.

A versatilidade da ferramenta que também é útil em outros momentos no processo de aceleração e acompanhamento dos negócios e amplo diálogo com as pontas na construção de versões mais aprimoradas também foram apontadas pelo gestor como diferencial no Modelo C.

“É uma ferramenta muito útil que a gente quer continuar usando e aprimorando, temos sugerido inclusive alguns pontos de aprofundamento do Modelo C, que à medida que os negócios avançam a gente sente que dá para entrar em detalhes fundamentais como, por exemplo, estratégia de governança e plano tático-operacional”, complementa o CEO da AMAZ.

A aceleradora conta com 21 negócios de impacto em seu portfólio. Uma delas é a MOMA, que desenvolve cosméticos naturais a partir de insumos originais da floresta amazônica, contribuindo para a preservação e regeneração de recursos naturais do ecossistema.

A fundadora Vivian Chun compartilha que o uso da ferramenta se deu desde o início das atividades, auxiliando também no planejamento dos próximos passos.

“É uma ferramenta que ajudou a gente a desenhar de uma forma abrangente todo o negócio em seus diferentes aspectos – o mercado, a cadeia produtiva, o que a gente oferece como diferencial, como que a gente se remunera, com relação ao impacto também, qual é a alma do negócio, o que queremos atingir enquanto propósito, enfim. […]. Esse olhar que o Modelo C proporciona é muito importante para revalidar o que está fazendo sentido para o negócio, quais são as estratégias que a gente seguiu ou não seguiu, se os parceiros seguem firmes, se o resultado que a gente espera está coerente com o que aconteceu”, detalha a fundadora da MOMA.

Revisão
A revisão do modelo foi motivada por mudanças no campo do impacto socioambiental desde seu lançamento, na linguagem e no caminho metodológico, adaptação para usos mais individuais e para negócios mais complexos. Conforme explica Antonio Ribeiro, sócio-consultor da Move Social.

“Partimos de escutas junto a pessoas do campo de impacto, buscando coletar insumos sobre a prática com o Modelo C. Com essa contribuição, fizemos uma revisão ampla da ferramenta, e chegamos a uma proposta preliminar e orientações para testagem. Veio a fase de testes com atores de interesse, em diferentes territórios, buscando identificar possibilidades de ajuste adicionais. Por fim, chegamos a essa versão 2.0, que agora se torna pública e acessível”, detalha.

Mais de 500 negócios de impacto, 14 aceleradoras, 10 investidores e catalisadores, oito universidades e ao menos dez cursos de formação utilizam hoje o Modelo C no Brasil.

A versão 2.0 da ferramenta está disponível para download, gratuitamente, nos idiomas português, espanhol e em breve também em inglês: www.modeloc.co.

inova amazonia summit : amapá 2025 -

AMAZ apresenta exemplos de inovação liderados por comunidades tradicionais no “Inova Amazônia Summit”

Texto: Maxi Mídia

Foto: Divulgação

A AMAZ Aceleradora de Impacto está participando do “Inova Amazônia Summit”, que termina nesta sexta dia 23. Na trilha que está abordando temas sobre tecnologia e informação, vamos apresentar soluções de impacto socioambiental que estão em curso.

O evento acontece em Macapá (AP) e reuniu em três dias diversos atores do ecossistema para discutir soluções de impacto socioambiental.

Isis Arébalo, analista de Novos Negócios, representará a AMAZ no painel “Tudo novo de novo: A Potência das Comunidades Locais para Gerar Inovações e Impacto na Floresta”, que será realizado no auditório Macapá, às 17h30 desta sexta-feira.

O momento apresentará exemplos práticos de inovação liderados por comunidades amazônicas que combinam saberes tradicionais e tecnologias para responder a desafios sociais, econômicos e ambientais da região.

Isis Arébalo destaca que a constituição de políticas públicas e parcerias com empresas pode impulsionar negócios de base comunitária com impacto real na floresta, mas quem mora na floresta deve ter o protagonismo.

“A importância do tema está justamente em reconhecer que o desenvolvimento sustentável da Amazônia só é possível com o fortalecimento de quem vive e conhece o território”, enfatiza a analista da AMAZ.

Mais sobre o evento

O “Inova Amazônia Summit” é promovido pelo Governo do Estado do Amapá, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Ao longo de três dias, o evento visa reunir mais de cinco mil pessoas, incluindo estudantes, investidores, empreendedores, startups, especialistas e representantes do poder público.

A programação conta com oficinas, palestras e paineis para debater bioeconomia, inovação, turismo, comunidades tradicionais, investimentos, tecnologia, empreendedorismo de impacto, inclusão social e outros temas relacionados ao desenvolvimento da Amazônia.As inscrições são gratuitas e realizadas pelo link: https://agenciaamapa.com.br/noticia/30417/sebraeap.beevent.com.br/evento/inova-amazonia-summit.

ForestiFi Divulgaçao

ForestFi, startup de Manaus, é eleita como uma das 100 mais inovadoras do mundo 

Texto: Vinícius Souza, para Maxi Mídia

Foto: Divulgação ForestiFi

Seleção recebeu centenas de candidaturas de todo o mundo e teve apoio de organizações líderes, como Microsoft Entrepreneurship for Positive Impact, ChangeNOW e Techstars. 

Uma abordagem que colabora para a manutenção da floresta em pé, por meio da tecnologia blockchain, e conecta sistemas produtivos rurais a mercados de investimentos sustentáveis. Este é o grande diferencial da ForestiFi, fintec de tokenização de ativos da bioeconomia amazônica apoiada pela AMAZ Aceleradora de Impacto, que foi eleita como uma das startups de sustentabilidade mais inovadoras do mundo pela Change 100, a campanha global da We Make Change. 

O anúncio foi realizado durante o “ChangeNOW”, maior evento global de soluções para o planeta, em Parisl. A seleção recebeu centenas de candidaturas de todo o mundo e teve apoio de organizações líderes, como a Microsoft Entrepreneurship for Positive Impact e a Techstars. A lista com todas as selecionadas está disponível no site: www.wemakechange.org/change100. 

“Esse reconhecimento vem para validar o trabalho que viemos fazendo com a ForestiFi ao longo de pouco mais de um ano de operação, em que temos desenvolvido esse mecanismo alternativo de investimento nas cadeias produtivas da bioeconomia na Amazônia”, afirma o cofundador Macaulay Abreu. 

Fundada em 2023 no estado do Amazonas, a plataforma tokeniza produtos da biodiversidade amazônica como o guaraná e a castanha e garante transparência, maior eficiência, menor custo e segurança nas transações. 

A Forestifi oferece uma plataforma onde investidores podem comprar tokens de ativos da sociobiodiversidade. Os valores beneficiam diretamente sistemas produtivos rurais e contribuem para a recuperação de áreas degradadas, na mesma medida em que retornam com juros para quem investiu. 

Desde o início dos trabalhos, a plataforma já tokenizou cacau nativo, pirarucu de manejo e guaraná selvagem, movimentando quase R$ 500 mil. Em abril, em parceria com a Zeno Nativo — outra startup apoiada pela AMAZ —, a ForestiFi transformou 1.850 quilos de castanha da Amazônia em ativos digitais, arrecadando R$ 114,7 mil que beneficiaram mais de 50 famílias extrativistas da região do Rio Acará (PA). 

Como uma das eleitas pela Change 100, a startup será conectada a recursos estratégicos, programas de apoio e uma rede global de mais de 50 mil voluntários remotos, incluindo especialistas de empresas como Standard Chartered Bank, PA Consulting e Grundfos.Além disso, a ForestiFi se prepara para conectar mais investidores a sistemas produtivos da sociobiodiversidade. “Nosso foco está em ampliar o número de ativos disponíveis e facilitar o acesso de novos investidores a esses produtos, fortalecendo as organizações por meio da compra dos tokens. Além disso, até o final deste ano, pretendemos lançar uma nova versão da plataforma, com modelos inéditos de investimento voltados às cadeias produtivas”, completa Abreu. 

Apoio da AMAZ 

Desde o início de 2025, a ForestiFi é uma das startups apoiadas pela AMAZ, a principal aceleradora de negócios de impacto socioambiental que atuam na Amazônia Legal. Atualmente, o negócio se encontra na fase de “Tração”, período em que a empresa se concentra na aceleração de resultados no mercado, como a captação de clientes e o aumento de receita. 

A líder de operações da AMAZ, Gabriela Santos, exalta a eleição como um marco para o ecossistema regional. 

“Estamos gerando impacto na ponta e, ao mesmo tempo, sendo capazes de reforçar a bioeconomia como vetor de inovação na Amazônia. A AMAZ e o Idesam [Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia] trabalham para fortalecer e trazer luz a soluções que estão sendo desenvolvidas localmente e podem ser replicadas como casos de sucesso, o que demanda apoio contínuo e próximo no longo prazo, como investidores e parceiros”, destaca. 

Sobre a ForestiFi 

A ForestiFi é uma plataforma de investimentos de impacto que conecta investidores a cadeias produtivas sustentáveis da Amazônia, utilizando tecnologia de tokenização para garantir rastreabilidade, liquidez e transparência. Já estruturou tokens vinculados a produtos como cacau nativo, pirarucu de manejo e guaraná selvagem. 

Congresso Gife. divulgação

AMAZ defende bioeconomia como caminho para o enfrentamento a desigualdades e emergências climáticas no 13º Congresso da GIFE

Texto: Maxi Mídia e Divulgação GIFE

Foto: Divulgação GIFE

A AMAZ Aceleradora de Impacto coordenada pelo Idesam vai estar no 13º Congresso do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), o principal evento sobre filantropia da América Latina, que neste ano recebe 185 palestrantes, especialistas e lideranças do setor, organizações da sociedade civil e representantes de governo em mais de 30 atividades.  

A programação começa nesta quarta-feira (7) e se estende até a sexta-feira (9) com o tema “Desconcentrar: poder, conhecimento e riquezas”. 

Gabriela Santos, líder de operações, será o nome da AMAZ no evento. Ela contribuirá no painel “O Valor da Floresta em Pé: Bioeconomia e um Novo Paradigma de Desenvolvimento para Pessoas, Clima e a Natureza”, que vai acontecer na sexta-feira, dia 9, das 9h às 10h30. 

“A pauta de Bioeconomia ainda é emergente no setor [da filantropia]. Em ano de COP30 [30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima], onde todos os olhares se dirigem à Amazônia, nossa participação é de grande importância para, primeiramente, ocuparmos estes espaços, trazendo luz à emergência climática para além de atuações de adaptação, mas como um chamado à mitigação. O que podemos fazer hoje para apoiar e fortalecer organizações que já estão atuando em territórios essenciais para a manutenção de nossas riquezas ambientais, sociais e culturais na Amazônia”, explica a líder de operações da Amaz. 

O painel foi pensado conjuntamente pelo Instituto Arapyaú e o Instituto Clima e Sociedade (iCS), a fim de transparecer a realidade do território amazônico e como é possível se engajar para além do eixo Sul-Sudeste. 

Nele também estarão presentes outros especialistas que atuam na região: Cleiciane Marques, ribeirinha, mobilizadora do Coletivo da Castanha e analista executiva do Fundo Iratapuru; Braulina Baniwa, pesquisadora indígena de sociobioeconomia na Amazônia e coautora da publicação “Bioeconomia indígena: saberes ancestrais e tecnologias sociais”; Hélia Félix, agricultora e responsável técnica da fábrica de chocolates Cacauway; e Débora Passos, gerente de Gestão de Projetos e Planejamento Estratégico no Instituto Arapyaú. 

Programação  

Durante os três dias, a programação incluirá debates, painéis e trocas de experiências. Entre os temas abordados estão: bioeconomia e comunidades tradicionais, reforma tributária e ISP, filantropia colaborativa e sistemas alimentares, educação plural, uso ético da Inteligência Artificial (IA), poder das Big Techs e protagonismo da juventude.  

Uma das principais personalidades convidadas para o Congresso, a ativista, cineasta e filantropa Abigail Disney falou na plenária de abertura Conjuntura internacional e contexto Brasil – afinal, que país queremos?. Com 64 anos de idade, Abigail herdou, aos 21, uma fortuna de 10 milhões de dólares deixada pelo tio-avô Walt Disney. Estima-se que, de um patrimônio atual na casa de 500 milhões de dólares, ela tenha doado mais de 70 milhões de dólares  para causas relacionadas com mulheres em situação de vulnerabilidade.  

Destacando a importância das mulheres na sociedade e na filantropia, Abigail afirmou que o Investimento Social Privado pode, de forma estruturada e coordenada, “mudar a realidade de um país”, juntamente com a capilaridade das ações governamentais. Ela também enfatizou que para haver “desconcentração de riqueza e sabedoria”, o poder não pode ser limitado apenas àqueles que têm recursos. “Que tal se todos nós escolhermos viver tendo a mesma importância?”, refletiu. 

foto meet up geral

Amaz realiza o 105º Meet Up da comunidade Jaraqui Valley  

Texto Maxi Mídia

Foto: Daniela Lopes

Edição destacou o setor de bioeconomia como estratégia fundamental para o desenvolvimento sustentável na Amazônia  

O 105º Meet Up da comunidade Jaraqui Valley foi organizado pela Amaz Aceleradora de Impacto e aconteceu nas dependências do Moinho Centro de Tecnologia e Inovação, que fica localizado dentro da Universidade Nilton Lins e contou com a presença de empreendedores, investidores, instituições e entusiastas do setor de startups. 

“O Meet Up é um encontro pensado para facilitar a troca de ideias e gerar conexões genuínas dentro do ecossistema de inovação. Com um formato leve e descomplicado, ele promove interações mais dinâmicas e assertivas entre os diferentes atores desse ambiente, estimulando a construção de sinergias e colaborações”, explica a Community Leader do Jaraqui Valley, Isis Arébalo. 

Um dos destaques da programação foi o painel “Conexões de Impacto: Desafios e Oportunidades”, com participação de Rafael Moreira, líder de seleção e aceleração da Amaz – aceleradora de negócios do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). Na ocasião, ele apresentou a Chamada de Negócios 2025, com inscrições abertas até sexta-feira (25/04). O edital e o formulário estão disponíveis neste link

Há cinco anos, a Amaz vem apoiando diversos negócios de impacto socioambiental na região. Em 2024, venceu o prêmio Jaraqui Graúdo, concurso promovido pela comunidade Jaraqui Valley, na categoria “Investidor Anjo”. Atualmente, 19 empreendimentos compõem o portfólio da aceleradora. 

”Neste ano, celebramos 5 anos de atuação na Amazônia e, desde o início, quando criamos o primeiro fundo híbrido, já avaliamos mais de 500 negócios potenciais, aceleramos 52 iniciativas e investimos diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental. Com isso, mais de mil famílias em 56 municípios da Amazônia foram beneficiadas e, também, contribuímos para a conservação e/ ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa”, pontua Gabriela Souza, líder de Operações. 

Além de Rafael Moreira também participaram do painel Taiane Freitas, do PPBio, e Roma Chavez, do Impact Hub, que ampliaram o diálogo sobre oportunidades para negócios em estágio inicial com foco na Amazônia Rural. 

Bioeconomia: pauta em expansão 

Bioeconomia é uma das pautas que mais vem ganhando força quando a discussão trata de desenvolvimento sustentável na Amazônia, com iniciativas que conservam a floresta em pé, enquanto impulsionam cadeias produtivas baseadas em produtos da sociobiodiversidade, como açaí, castanha-do-Pará, cupuaçu, cacau, mel de abelha e óleos naturais. Este sistema garante renda e bem-estar para comunidades tradicionais ribeirinhas, indígenas, quilombolas e extrativistas. 

“É muito gratificante ver que isso está se consolidando. Temos o Plano Nacional de Bioeconomia (PNDBio), o Plano Estadual de Bioeconomia [do Amazonas], a Nova Indústria Brasil (NIB). Ficamos muito felizes por fazer parte das discussões iniciais. E o Idesam foi sempre um grande parceiro, e agora mais recentemente com a Amaz ele tem ajudando a impulsionar negócios inovadores e relacionados à bioeconomia no estado do Amazonas”, destaca a vice-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação da Universidade Nilton Lins, Cleuciliz Magalhães. 

Há desafios a serem superados, mas a especialista demonstra confiança na evolução do ecossistema, especialmente com o aumento da participação de universidades que vêm incentivando o empreendedorismo por meio de eventos, incubadoras e núcleos de inovação tecnológica. Isso não somente em Manaus, mas em toda a região. 

“Nós temos questões logísticas, porque estar na Amazônia é diferente de estar em São Paulo, Rio de Janeiro. Aqui, temos desafios de capacitar muito mais rápido essas pessoas para entenderem esse cenário de inovação, de desenvolvimento sustentável. Estamos em um momento oportuno para acelerar o processo de inovação, empreendedorismo e questões relacionadas à bioeconomia”, finalizou a vice-reitora de pesquisa e inovação. 

GIRO - DIVULGAÇÃO_TUCUM

Tucum conecta mais de 4 mil indígenas e contribui para a conservação de 2,9 milhões de hectares de floresta 

Texto: Maxi Mïdia

Foto: Gabriela Rabaldo

Neste Abril Indígena, mês dedicado à valorização das histórias, culturas, vozes e identidades dos povos originários, a Amaz Aceleradora de Impacto celebra junto a Tucum o impacto positivo da empresa na vida de 107 Povos Indígenas. 

Segundo o Censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 1,7 milhões de indígenas vivem no país, com destaque para a Amazônia Legal, lar de 867 mil deste montante. Na maior floresta tropical do mundo, essas populações preservam não apenas o ecossistema, mas também saberes, modos de vida e culturas milenares. 

Atualmente, a Tucum – um dos negócios do portfólio da Amaz Aceleradora de Impacto – conecta mais de 4.860 mil artesãos e artesãs de 107 povos indígenas e comunidades tradicionais, localizadas na Amazônia Legal, Cerrado e Mata Atlântica. O negócio também contribui para a conservação de mais de 2,9 milhões de hectares de floresta. 

Para alcançar resultados tão expressivos, a Tucum assegura o repasse justo do valor pago pelos consumidores às artesãs e artesãos que vendem no site. Além disso, oferece formação para lideranças indígenas, com foco na comercialização digital, ampliando o protagonismo dos artistas. 

Primeiro Marketplace indígena do Brasil 

Fundada pela empreendedora e indigenista Amanda Santana, a Tucum consolidou-se como o primeiro marketplace indígena do Brasil. A ideia nasceu após uma imersão de Amanda no território da etnia Krahô, localizado entre os estados do Tocantins, Maranhão e Piauí, onde teve contato direto com o artesanato produzido por mulheres indígenas. 

Em 2013, ela fundou a primeira loja física da Tucum no bairro Santa Teresa, no Rio de Janeiro (RJ). Dois anos depois, expandiu as operações para o ambiente digital, ampliando o alcance dos produtos e contribuindo para a geração de renda de artesãos e artesãs em diversas regiões do país. 

O catálogo do marketplace contempla uma ampla gama de peças: biojoias, brincos, pulseiras, bolsas, máscaras, roupas, grafismos em tela, itens de decoração, entre outros. Os produtos são criados por artistas de dezenas de povos tradicionais, como Kayapó, Krahô, Kamayurá, Xipaya, Asurini, Yanomami, Baniwa, Matis, Marubo e Parakanã. 

“Cada arte carrega a essência, a beleza e a luta de sua cultura. Quando alguém compra uma peça indígena, está colaborando para manter a floresta em pé, com dignidade e respeito ao saber tradicional”, explica Santana. 

Abril Indígena 2025 

Historicamente invisibilizados no Brasil, os povos indígenas neste período organizam um grande movimento de resistência, o Acampamento Terra Livre (ATL) acontece em Brasília (DF) e reúne representantes indígenas de todo o país, especialmente mulheres, para reivindicar direitos, principalmente relacionados ao uso dos territórios. 

Para muitos povos, a arte é uma forma de resistência. E há mais de uma década, a Tucum atua como uma ponte entre as expressões culturais dos povos indígenas brasileiros e o restante da sociedade.  

Como reconhecimento, o negócio passou a integrar a Rede Origens Brasil, que assegura e monitora relações éticas entre empresas e comunidades tradicionais. O site do marketplace também foi reformulado, ganhando um design mais intuitivo e imersivo, com fotos, vídeos dos produtos e um Mapa de Impacto, que apresenta as associações e organizações conectadas à rede. 

“São 12 anos fazendo essa ponte entre povos indígenas e consumidores e transformando vidas. Nada disso seria possível sem a colaboração de tantos colaboradores, parceiros e associações que acreditam na nossa missão de valorizar a arte de quem luta para manter a floresta viva”, finaliza Santana. 

Em celebração ao Abril Indígena, a Tucum oficializa a parceria com a ativista Alice Pataxó, que se torna a nova embaixadora da marca. Oriunda da aldeia Tibá, da Terra Indígena (TI) Comexatiba, no sul da Bahia, a jovem se dedica na luta por justiça socioambiental. Em 2021, levou sua voz na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 26) e, no ano seguinte, foi indicada como uma das mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo na lista da BBC 100 Women. 

Já o marketplace está com itens exclusivos e 15% de desconto em compras acima de R$ 248,00, através do cupom ABRILINDIGENA15. Quem preferir pagar via PIX, ainda garante um abatimento extra de 8%. 

Impacto na Amazônia Legal 

A Tucum integra o portfólio da AMAZ, a principal aceleradora e investidora de negócios de impacto do Norte brasileiro a partir de um fundo de financiamento híbrido. Recentemente, lançou a Chamada de Negócios 2025, encerrando um ciclo de cinco anos de investimentos pelo desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal.A Chamada vai selecionar três a seis novos empreendimentos. Para participar da seleção, os negócios devem estar formalizados, em operação (seja em estágio inicial ou avançado) e que ofereçam produtos ou serviços inovadores e com potencial de mercado.  

Os selecionados vão receber um aporte inicial de R$ 200 mil a R$ 400 mil, com possibilidade de mais R$ 600 mil, totalizando R$ 1 milhão para investimento. 

Porém, a parte financeira não é o único atrativo. A AMAZ proporciona uma formação completa para os empreendedores por meio de conexões com outros atores do mercado, oficinas e workshops sobre diversos temas, e suporte especializado em assessoria jurídica, contábil e de comunicação. 

As inscrições seguem abertas até o dia 25 de abril, às 17h (horário de Brasília), por meio do link: https://amaz.org.br. Dúvidas podem ser encaminhadas até 20 de abril pelo e-mail [email protected]

foto: Nathalie Brasil Meet Up Comunidade Jaraqui valley

105° Meet Up da comunidade Jaraqui Valley será organizado pela Amaz

Texto: Maxi Mídia

Foto: Nathalie Brasil

Com o tema Conexões de impacto: desafios e oportunidades, a maior aceleradora de impacto do norte do país quer despertar empreendedores e startups do ecossistema amazônico para o segmento dos negócios com propósito.

Coordenada pelo Idesam, a Amaz Aceleradora de Impacto vai realizar o 105° Meet Up da comunidade Jaraqui Valley na próxima terça-feira, dia 15, a partir de 18h. O encontro acontecerá no auditório do Moinho Centro de Inovação e Tecnologia, na Universidade Nilton Lins. Localizado no campus universitário, que fica na Avenida Prof. Nilton Lins 3259, bloco D, próximo à biblioteca. O evento é gratuito, mas para acessar o meet up é necessário fazer a inscrição no site Sympla por meio do link. 

” O Meet Up é um encontro pensado para facilitar a troca de ideias e gerar conexões genuínas dentro do ecossistema de inovação. Com um formato leve e descomplicado, ele promove interações mais dinâmicas e assertivas entre os diferentes atores desse ambiente — de empreendedores a investidores, de entusiastas a instituições de apoio — estimulando a construção de sinergias e colaborações.”, explica a Community Leader do Jaraqui Valley, Isis Arébalo.  

Há 11 anos, a comunidade vem criando um ponto de encontro entre os negócios inovadores e os diversos pilares que formam o ecossistema, como é justamento o caso deste 105º Meet Up, que será realizado num centro de tecnologia de uma universidade por uma aceleradora de negócios. O Idesam conquistou dois Jaraquis Graúdos no ano passado, nas categorias ‘Instituto de Inovação’ e ‘Investidor Anjo’ com o Programa Prioritário de Bioconomia (PPbio) e com a Amaz Aceleradora de Impacto, respectivamente. 

” Neste ano, celebramos 5 anos de atuação na Amazônia e, desde  início, quando criamos o primeiro fundo híbrido, já avaliamos mais de 500 negócios potenciais, aceleramos 52 iniciativas e investimos diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental. Com isso, mais de mil famílias em 56 municípios da Amazônia foram beneficiadas e, também, contribuímos para a conservação e/ ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa.”, pontua Gabriela Souza, líder de Operações da Amaz. 

A Universidade Nilton Lins também levou o prêmio Jaraqui Graúdo, na mesma edição da premiação promovida pela comunidade Jaraqui Valley, na categoria ‘Universidade Inovadora’, pelo desempenho para estimular o empreendedorismo no Amazonas e valorizar o papel transformador da inovação. 

“Para a Universidade, estar ao lado de instituições como o Idesam, que tem um histórico de ações voltadas ao empreendedorismo e inovação socioambiental, é motivo de grande satisfação e vem ao encontro de nossos projetos e iniciativas de somar forças com outras instituições que atuam para o desenvolvimento sustentável da Amazônia com foco na realidade de nosso povo, costumes e características únicas.”, comentou Gisélle Lins Maranhão, reitora da Universidade Nilton Lins. 

viva lá belém e ilha de marajó

Empresa do portfólio de negócios da Amaz realiza expedição inédita para Belém & Ilha de Marajó 

Texto: Maxi Mídia

Foto: Divulgação Viva Lá

A Vivalá é referência em Turismo de Base Comunitária e está há nove anos no mercado proporcionando experiências marcantes para quem deseja conhecer mais sobre comunidades tradicionais, biodiversidade nativa e paraísos naturais.

Atualmente, o negócio atua em 28 Unidades de Conservação (UCs) do país, inclusive da Amazônia. 

Para aproveitar os feriados da semana santa e de Tiradentes, a Vivalá lançou a expedição “Belém & Ilha de Marajó”, no Pará. A jornada vai ser realizada entre os dias 17 e 21 de abril com um roteiro cheio de experiências autênticas: visitas aos paraísos naturais, degustação de gastronomia local e vivência com pessoas da floresta amazônica. 

Dentre os pontos altos do roteiro estão a visita ao igarapé do Mata Fome; às casas do Seu Ladi, às casas de farinha da comunidade Boa Vista do Acará e de Chocolate da Dona Nena; além das praias do Céu, Pesqueiro e Garrote. 

O empreendimento recebe o apoio especializado e necessário para impulsionar seu impacto socioambiental na região pela aceleradora desde 2021. 

“Ter a AMAZ como investidora na Vivalá, além de parceira e aceleradora, é algo extremamente importante, porque nos traz uma visão mais sistêmica da Amazônia como um todo, de diferentes cadeias e de como todos os atores, incluindo o Turismo Sustentável, podem gerar e atuar como uma ferramenta de desenvolvimento socioambiental positivo pro maior bioma brasileiro e maior floresta tropical do mundo”, declara Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo do negócio. 

A primeira jornada da expedição “Belém & Ilha de Marajó” segue à venda até o próximo sábado, 5 de abril. Os viajantes ainda serão presenteados com um kit de produtos regionais e sustentáveis. Para compra e mais informações, acesse o link

Oportunidade para novos negócios  

A AMAZ Aceleradora de Impacto está com chamada aberta para novos negócios, com foco nos empreendedores e startups de impacto socioambiental. 

Para participar da seleção, os negócios devem estar formalizados em operação, ter como premissa central o impacto socioambiental, e ter sede ou atuação na Amazônia Legal. Além disso, precisam ter viabilidade financeira, potencial de mercado e soluções inovadoras.  

A chamada vai selecionar de três a seis negócios, nos quais cada um receberá um aporte de R$ 200 mil até R$ 400 mil de forma inicial. Após o período de aceleração, mais conhecido como “follow-on”, ainda haverá investimentos adicionais que podem chegar até R$ 600 mil, totalizando R$ 1 milhão investidos. 

Os benefícios ainda incluem: assessoria de comunicação, jurídica e contábil, acesso a conhecimento sobre temas relevantes para gestão de negócio, conexão com outros empreendedores, acompanhamento especializado, concessão de bolsas de estudos e outras formas de apoio. 

As inscrições para a Chamada de Negócios 2025 da AMAZ seguem até 25 de abril neste link. O prazo para envio de dúvidas se estende até 20 de abril pelo e-mail [email protected]

foto webinário divulgação. créditos: Rodrigo Durate

Amaz promove webinário para empreendedores de impacto no dia 8 de abril 

Texto: Maxi Mídia

Foto: Rodrigo Duarte

A iniciativa visa esclarecer dúvidas em relação a Chamada de Negócios 2025, que segue com as inscrições abertas até o dia 25 de abril. 

A Amaz Aceleradora de Impacto, coordenada pelo Idesam, está com inscrições abertas para a Chamada de Negócios 2025. Uma oportunidade para startups, negócios de base comunitária e empresas que atuam na conservação da floresta e no desenvolvimento socioambiental da Amazônia. Para apresentar os detalhes do processo de inscrição pela internet, os critérios da seleção e esclarecer dúvidas, a aceleradora vai realizar um webinário ao vivo no dia 8 de abril, às 18h (horário de Manaus), pelo canal da Amaz no YouTube, no www.youtube.com/@amazaceleradoradeimpacto8875 . 

O evento será apresentado por Rafael Ribeiro, líder de seleção e aceleração da Amaz, e contará com a participação de Gabriela Souza, líder de operações da Amaz , e Ian Lazoski, fundador da Impact Not a Bank, um dos negócios selecionados na chamada de 2024. Os participantes irão explicar o processo de inscrição, os critérios de seleção e os benefícios para os negócios aprovados. 

” É uma ótima oportunidade para tirar dúvidas sobre o formulário de inscrição e se aprofundar mais sobre os critérios que usamos na seleção. Estamos com a chamada aberta desde o final de fevereiro e agora já é a reta final para quem está buscando uma oportunidade de ser negócio do nosso portifólio. A inscrição é gratuita, mas não é qualquer startup ou empreendedor que pode participar do nosso programa de aceleração.”, pontua Gabriela Souza, líder de operações da Amaz Aceleradora de Impacto. 

Ter um negócio de impacto em operação, ainda que em estágio inicial, é um dos critérios, contudo o foco de impacto da startup deve ser na Amazônia Rural, ou seja, fora dos grandes centros urbanos da Amazônia. A empresa pode até ter sede fora da Amazônia, mas o impacto dela precisa ser na região, como é o caso da startup Impact not a bank, que é uma plataforma global voltada para o financiamento de ações em clima, comunidade e biodiversidade. 

“A Amazônia rural é o coração do nosso trabalho. Mesmo sendo uma plataforma global, nosso foco está em financiar soluções que gerem impacto direto em clima, comunidades e biodiversidade nos territórios mais profundos da Amazônia, longe dos grandes centros urbanos. O programa Food&Forest é um exemplo disso — estamos conectando capital a negócios regenerativos que atuam diretamente nesses territórios, fortalecendo cadeias da sociobiodiversidade e impulsionando a economia da floresta.” — Ian Lazoski, fundador da Impact not a bank. 

5 anos de Impacto na Amazônia  

 A Amaz, que neste ano celebra cinco anos de atividade, já acelerou 52 negócios de impacto, investiu diretamente em 18 iniciativas e contribuiu para a conservação de 447 mil hectares de floresta nativa. Na Chamada de Negócios 2025, os finalistas terão acesso a um workshop presencial, apoio para preparação de pitch para investidores e investimentos iniciais entre R$ 200 mil e R$ 400 mil, podendo chegar a até R$ 1 milhão em rodadas adicionais. 

As inscrições estão abertas até o dia 25 de abril, às 17h (horário de Brasília), e podem ser feitas pelo link: bit.ly/amaz-selecao25. 

SERVIÇO: 

O quê: Webinário sobre a Chamada de Negócios 2025 da Amaz 

Quando: 8 de abril, às 18h (horário de Manaus) 

Onde: Canal da Amaz no YouTube