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Tribo Superfoods vence 11ª Startup Day, em Belém 

Foto: Divulgação Tribo Super Foods

Texto: Maxi Mídia Comunicação

O evento, promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), reuniu mais de 300 negócios e contou com palestras, momentos de networking e batalha de pitches. 

Fundada em 2023 pelo empreendedor Maurício Pantoja, a Tribo Superfoods se dedica à produção e exportação de purês de açaí, cupuaçu e cacau. Com um modelo de negócios baseado na sustentabilidade e no comércio justo, a empresa beneficia duas cooperativas e impacta 340 famílias de comunidades em Igarapé-Miri e Abaetetuba, no estado do Pará. 

“Participar de eventos como o Startup Day é super importante para trazer visibilidade para o negócio, fazer conexões com outros atores da bioeconomia que desejam fazer parcerias conosco. Além da participação e da conquista, vejo que isso aproxima muito do resultado que desejamos construir: mostrar que realizamos um trabalho sério, importante e válido para as comunidades”, pontua Pantoja. 

Atualmente, os produtos da Tribo Superfoods são comercializados localmente e distribuídos nos estados do Piauí, Ceará e Maranhão, por meio de parcerias comerciais. O próximo passo da startup é expandir sua atuação para a região Sudeste. 

A união entre saberes tradicionais, preservação da floresta, comércio justo e desenvolvimento comunitário são os diferenciais da Tribo Superfoods.  

“Há quem diz que apenas transformamos polpa em pó, mas vai muito além disso. Trabalhamos com rastreabilidade, metrificação, associação de outras culturas. Tudo para mostrar a nossa identidade e inspirar com o que estamos realizando”, agrega o empreendedor. 

Apoio da AMAZ 

A Tribo Superfoods integra o portfólio da AMAZ Aceleradora de Impacto, que oferece suporte estratégico a negócios sustentáveis da Amazônia. O programa proporciona capacitação em empreendedorismo, conexões de mercado e mentorias especializadas. 

Para Pantoja, os resultados já são visíveis. “O programa de aceleração vem nos ajudando a construir nossa base. Hoje, temos muito mais clareza do nosso propósito, de como metrificar os impactos, de organizar as finanças do negócio para ser sustentável. O programa vem nos preparando para outras conquistas, que a partir das oficinas, contatos com especialistas, consultorias, vamos construir uma base muito forte. Isso vai se provando na medida em que participamos deste e outros eventos, mostra a maturidade que a Tribo Superfood vem formando”, finaliza. 

Chamada de Negócios 

A Chama de Negócios 2025 da AMAZ segue aberta até 25 de abril, pelo link. Podem se inscrever negócios, empreendedores e startups formais com sede ou atuação direta na Amazônia Legal, que estejam em operação – em fase de desenvolvimento ou mais avançada – e que possuam produtos ou serviços inovadores voltados à conservação do bioma, à valorização da biodiversidade e ao desenvolvimento socioambiental. 

Durante a jornada de aceleração e investimento, os negócios selecionados terão acesso a uma série de benefícios. Um deles será o aporte de inicial de R$ 200 mil a R$ 400 mil para até seis startups, que poderão ainda conseguir um investimento adicional de R$ 600 mil no decorrer dos 6 meses, período de follow on. 

Além disso, os negócios recebem capacitação em temas relevantes, como gestão de impacto, estratégias de mercado, marketing e comunicação, logística, storytelling e captação de investimentos; têm a oportunidade de se conectar com outras startups da do portfólio da AMAZ; e desfrutam de assessoria jurídica, contábil e de comunicação. 

O link com todos os detalhes está disponível no link. Dúvidas devem ser enviadas ao e-mail: [email protected]

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Inocas é destaque na série Brasil 2050 do Canal Futura  

Texto: Maxi Mídia Comunicação

Foto: Divulgação Inocas

O negócio do portfólio da Amaz  tem como objetivo gerar uma alternativa ao óleo de soja e de palma com a cadeia produtiva da macaúba e aparece na terceira temporada da série, que aborda casos sustentáveis bem-sucedidos.

Fundada em 2015, a Inocas já tem mais de 2 mil hectares plantados da macaúba. A start up desenvolve a cadeia produtiva da macaúba para torná-la uma das principais fontes de óleos vegetais sustentáveis a nível global, sem reduzir a produção de alimentos e sem derrubar uma única árvore.  

Além de aliar o plantio da espécie à pecuária, aproveitando os benefícios que a primeira trará para a segunda: sombra para os bois, melhoramento do solo do pasto, aproveitamento da própria “torta” resultante da macaúba como ração para os animais, e menor necessidade de abertura de novas áreas para ambas as atividades.  

A meta é conseguir plantar 30.000 hectares de macaúba consorciados em sistema silvipastoril, em parceria com pequenos agricultores, como o Luiz Domingos que é um dos personagens do episódio da Série Brasil 2050.  

O episódio sobre clima aborda estratégias para que o Brasil tenha uma economia descarbonizada, o que ajudaria a humanidade a reverter e amenizar os efeitos das mudanças climáticas provocadas pela excessiva emissão de gás carbônico. 

A colaboração entre o projeto de expansão da INOCAS e a AMAZ começou entre 2021 e 2022, época em que a startup estruturava a atuação no Pará. Desde os primeiros contatos com a equipe da AMAZ, ficou claro o impacto estratégico dessa parceria para o avanço da iniciativa na região. 

 “A AMAZ desempenhou um papel fundamental na expansão da INOCAS no Nordeste Paraense, oferecendo suporte estratégico e facilitando nossa integração com os atores locais. Um dos aspectos mais relevantes foi o acesso à rede de iniciativas impulsionadas pela AMAZ, que ampliou nossa visão sobre os desafios e oportunidades locais. Além disso, a AMAZ nos acompanhou em diversas visitas técnicas, proporcionando um contato direto com produtores já assistidos por eles. Essa interação foi essencial para compreendermos melhor o perfil dos agricultores e suas necessidades, permitindo que ajustássemos nossa abordagem de forma mais assertiva.”, analisa Johanes Zimpel, diretor executivo da Inocas. 

Apoio estratégico 

Outro diferencial foi o suporte na regularização fundiária, um dos principais entraves na região. Com orientações estratégicas, soluções práticas e conexões com parceiros-chave, a AMAZ contribuiu diretamente para o desenvolvimento seguro e sustentável do projeto. 

“Desde o início, a AMAZ também esteve presente na governança da INOCAS, participando ativamente do Conselho e influenciando decisões importantes. Além do apoio institucional e técnico, proporcionaram treinamentos e rodadas imersivas, além de realizarem investimentos financeiros na fase inicial. Se há um fator determinante para o sucesso da INOCAS na Amazônia, é o conhecimento aprofundado da região que adquirimos ao longo dos anos, e a AMAZ teve um papel essencial nesse processo. Sem essa parceria, nosso avanço teria sido muito mais desafiador e lento.”, conclui o empreendedor de impacto. 

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Amaz seleciona negócios para receber investimentos de até R$ 1 milhão  

Texto: Maxi Mídia Comunicação

Foto: Arquivo Amaz

A Amaz Aceleradora de Impacto vai selecionar startups e empreendedores por meio da Chamada de Negócios 2025. As inscrições estão abertas até o dia 25 de abril. 

Startups e empreendedores com sede ou atuação direta na Amazônia, que já estejam em operação – em fase mais avançada ou de desenvolvimento – e que possuam produtos ou serviços em modelo inovador podem receber investimentos na ordem de até R$ 1 milhão. Para isso, basta ser um dos selecionados na Chamada de Negócios 2025 da Amaz, que segue com as inscrições abertas até às 17h, (horário de Brasília) do dia 25 de abril. Para se inscrever basta acessar o link

“Para participar é essencial ter uma empresa formalmente constituída. Os negócios selecionados precisam ter viabilidade financeira e potencial de mercado, e trazer soluções – que podem ser produtos ou serviços – com impacto socioambiental relevante na Amazônia rural e, inclusive, que adotem um bom relacionamento e mecanismos de governança com as comunidades impactadas.”, observa a gestora de operações da Amaz – Aceleradora de Impacto, Gabriela Souza. 

Na Chamada de Negócios 2025 serão selecionados de três a seis startups ou empreendedores que receberão investimento inicial entre R$ 200.000,00 e R$ 400.000,00, valor que será definido de acordo com o estágio de desenvolvimento do negócio.  

Além desses valores iniciais, os selecionados poderão receber aporte adicional de até R$ 600.000,00 no período posterior à aceleração, chamado de follow-on, com duração de 6 meses, finalizando investimento total no valor de R$ 1 milhão.  

Contudo, ter um negócio acelerado pela Amaz Aceleradora de Impacto vai muito além de receber apenas o aporte financeiro. O programa inclui uma verdadeira jornada de aprendizado por meio de várias oficinas de capacitação e workshops, tais como gestão e avaliação de impacto, estratégias de mercado, marketing e comunicação, logística, storytelling e captação de investimentos, além de suporte de assessoria jurídica, contábil e de comunicação.  

“A parceria com a AMAZ agregou o nosso negócio em diversos níveis, por ser consoante com nosso propósito de gerar impacto socioambiental e elevar o desenvolvimento territorial na região amazônica. Trouxe conexões, recurso, trocas de experiências e amadurecimento.”, comentou Vivian Chun, fundadora e CEO da MOMA, uma empresa de cosméticos feitos com insumos agroflorestais.  

A MOMA ingressou no portfólio da Amaz por meio da Chamada de Negócios 2022, na fase de tração. No ano seguinte, entrou no programa de aceleração e em 2024, a MOMA já estava atuando com mais de 10 elos produtivos amazônicos, incluindo aproximadamente 250 famílias em 14 municípios entre os estados do Amazonas e Pará, além da regeneração direta por meio de plantios agroflorestais. 

5 anos de Impacto positivo na Amazônia  

A AMAZ, maior aceleradora e investidora de negócios de impacto do norte do país conta com um fundo de financiamento híbrido (blended finance) para investimento em negócios de impacto, o primeiro voltado exclusivamente para a região.   Coordenada pelo Idesam, tem como fundadores Fundo Vale, Instituto Humanize, Instituto Clima e Sociedade, Fundação Good Energies e Fundo JBS pela Amazônia.  

Agora em 2025, a aceleradora realiza a quinta chamada de negócios, que fecha um ciclo de 5 anos utilizando recursos na ordem de R$ 25 milhões, investidos em startups e empreendedores que atuam na Amazônia.  

negócios, empreendedores e startups de impacto para receber apoio no desenvolvimento do seu negócio.

AMAZ abre inscrições para a Chamada de Negócios 2025 e celebra cinco anos de impacto na Amazônia

Foto: Rodrigo Duarte

Texto: Henrique Saunier

Estão abertas as inscrições para a Chamada de Negócios 2025, startups, empreendedores de impacto e negócios inovadores podem participar de um programa de aceleração e investimento de até R$ 1 milhão. O foco está em iniciativas que contribuam para a conservação da floresta e a geração de renda para as comunidades locais, fortalecendo uma nova economia sustentável para a região.

As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de abril, no link . Coordenada pelo Idesam, a AMAZ tem um histórico robusto de atuação. Desde 2021, quando criou seu primeiro fundo de financiamento híbrido, a aceleradora já:

  • Avaliou mais de 500 negócios potenciais;
  • Acelerou 52 iniciativas, incluindo o programa Floresta+ Aceleração;
  • Investiu diretamente em 18 negócios de impacto socioambiental;
  • Beneficiou 1.932 famílias em 56 municípios da Amazônia brasileira;
  • Contribuiu para a conservação e/ou restauração de 447 mil hectares de floresta nativa;
  • Movimentou R$5 milhões em investimentos diretos e R$38,5 milhões em investimentos alavancados.

Uma nova fase para a AMAZ

Este lançamento marca um momento especial: o quinto ano da AMAZ. Desde sua fundação, a aceleradora tem se consolidado como um movimento estratégico para transformar a Amazônia em um polo de desenvolvimento sustentável, conectando o terceiro setor e o mercado privado para alavancar soluções econômicas de impacto positivo.

Com a revisão de sua teoria de mudança e a experiência acumulada, a AMAZ entra agora em uma nova etapa de atuação. O programa passa a incorporar a prospecção ativa de negócios, ampliando sua capacidade de originação e geração de novas iniciativas, além da aceleração e investimento em startups em estágio inicial. O objetivo é ampliar o impacto até 2030, consolidando um ecossistema de negócios sustentáveis na região.

Outro avanço importante é a mudança de plataforma para inscrições, tornando o processo mais acessível e facilitando a participação de empreendedores que desejam fazer parte da transformação da Amazônia.

“A AMAZ vai além da aceleração de negócios. Estamos construindo uma nova economia para a Amazônia, onde a floresta em pé se torna um ativo econômico poderoso. Queremos atrair mais investidores, fortalecer cadeias produtivas e estruturar um ecossistema robusto de negócios de impacto”, afirma Gabriela Santos, líder de Operações da AMAZ.

Histórias de sucesso e crescimento

Empresas apoiadas pela AMAZ já demonstram o potencial de transformação que o programa fomenta. A Manioca, por exemplo, se uniu a um grande grupo empresarial, enquanto iniciativas como Zenativo e Inox fortalecem cadeias produtivas locais, gerando emprego e renda de forma sustentável.

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Relatório AMAZ 2024: impacto, inovação e uso sustentável da floresta amazônica

Boas novas! Temos o prazer de anunciar nosso relatório de 2024. Recém-saído do forno, ele apresenta resultados alcançados com muito trabalho coletivo e nossas metas para 2030. O conteúdo destaca a aplicação da Teoria da Mudança, metodologia estratégica utilizada pela AMAZ e que orienta todas as ações de apoio a negócios sustentáveis, promovendo conservação ambiental, inclusão social e geração de renda.

Esta teoria baseia-se na ideia de que o crescimento de negócios de impacto na Amazônia pode gerar transformação positiva, protegendo a biodiversidade, beneficiando as comunidades locais e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico.

Com as diretrizes de curto, médio e longo prazo, planejamos ampliar significativamente nossa atuação na maior floresta tropical do mundo. 

Veja nossas metas em números: 

  • 80 negócios apoiados 
  • 10 milhões de hectares conservados ou restaurados 
  • R$ 200 milhões em investimentos alavancados
  • 10 mil famílias beneficiadas 

Uma das principais novidades apresentadas no relatório é a utilização de **instrumentos financeiros inovadores**, como o capital semente, que tem sido essencial para o desenvolvimento inicial de negócios de impacto na Amazônia. O capital semente é um aporte realizado em negócios em estágios iniciais, normalmente em montantes pequenos através de investidores anjo, familiares ou amigos, para fomentar (semear) seu desenvolvimento 

e permite que empreendedores com ideias promissoras obtenham os recursos necessários para iniciar suas operações e testar soluções inovadoras que contribuam para a conservação da floresta. Esse tipo de financiamento é crucial para que pequenos negócios possam crescer e se consolidar, criando valor para a região e suas comunidades.

Outro destaque do Relatório AMAZ 2024 é o papel central da estratégia de venture building, um modelo de incubação e aceleração de novos negócios de impacto. Através deste modelo, ela não apenas oferece recursos financeiros, mas também acompanha de perto os empreendedores, fornecendo mentoria, capacitação técnica e networking estratégico, garantindo que as soluções possam escalar e gerar impacto ambiental e social de longo prazo.

O desafio de avaliar o impacto socioambiental das empresas por meio de indicadores e metas é uma constante em qualquer portfólio de aceleradoras ou fundos de impacto. Na AMAZ, podemos identificar algumas dificuldades, que vão desde a coleta e análise de dados até as diversas prioridades que os empreendedores enfrentam em suas empresas em fase inicial. Além disso, há altos custos logísticos e operacionais, processos de gestão territorial que são complexos e exigem relacionamentos estreitos com suas cadeias de clientes e fornecedores, onde geralmente ocorre o impacto.

Buscamos condensar a atuação da AMAZ e o portfólio de negócios em termos mensuráveis e compreensíveis, o que nem sempre é uma tarefa simples. A realização dos resultados é planejada para o longo prazo, com marcos anuais que servem como referência, embora não indiquem um crescimento linear.

Acesse aqui o relatório em português.

Acesse aqui o relatório em inglês.

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Programa de fomento “Amazônia em Casa, Floresta em Pé” está com inscrições abertas para novos negócios até dia 30/9

Parceria com o Mercado Livre tem foco no mercado digital e busca empresas que possuem cadeia produtiva localizada na Amazônia Brasileira

Por Comunicação Climate Ventures 

O “Amazônia em Casa, Floresta em Pé (ACFP)”, programa que impulsiona negócios da sociobiodiversidade amazônica, está selecionando participantes. Com inscrições abertas até o dia 30 de setembro, a iniciativa busca empresas que possam florescer no mercado digital, desenvolvendo estratégias voltadas para alcançar o consumidor final, por meio de parceria com a plataforma Mercado Livre, responsável pela logística e venda dos produtos. 

Podem participar do programa as empresas que estejam em fase de tração ou de entrada no mercado e que possuam parte ou a integralidade de suas cadeias produtivas na Amazônia Brasileira. Esse critério possibilita a participação de empresas que utilizam insumos da região, mas que finalizam os produtos em outras partes do país. Atualmente, o ACFP conta com 50 negócios participantes, de diferentes segmentos, como alimentação, bebidas e cosméticos.  

Entre as marcas presentes na plataforma estão a Manioca, que produz alimentos naturais; a MOMA, de biocosméticos; a SoulBrasil, de molhos, pimentas e geleias; a Warabu, de chocolates; a Café Apuí Agroflorestal, e a Inatú Amazônia, de óleos vegetais e produtos naturais. Nos últimos dois anos, o programa foi responsável por movimentar R$ 3,2 milhões em vendas. 

“A Amazônia brasileira tem mais de cinco milhões de quilômetros quadrados de área. Em virtude dessa vastidão, o empreendedorismo da região sofre com desafios de logística e de comercialização, o que impacta não só a capacidade produtiva, mas também o preço. O que queremos é oferecer para esses negócios um programa que os auxilie a ter mais competitividade e acesso a plataformas e a informações que permitam que seus produtos alcancem ainda mais consumidores”, afirma Whilla Castelhano, Gerente de Programas do Climate Ventures, instituto idealizador da iniciativa, ao lado do Idesam e da AMAZ Aceleradora de Impacto. 

Marketing e conscientização 

Os negócios selecionados recebem capacitação e mentorias, além de participar de palestras, eventos e feiras de negócios. O intuito é desenvolver junto aos empreendedores estratégias de marketing, comunicação e conscientização, além de incentivar o mercado a ampliar o consumo de produtos oriundos de empresas comprometidas em gerar impactos positivos no bioma amazônico. 

“O ACFP é um agente de conhecimento que prepara negócios da sociobiodiversidade amazônica voltados para o setor B2C (venda direta ao consumidor). Acreditamos que esses empreendimentos possam fazer uma diferença significativa na preservação da floresta, e que existe um mercado consumidor disposto a conhecer e valorizar seus produtos”, conclui Castelhano. 

As inscrições podem ser feitas pelo link: www.amazoniaemcasa.org.br/selecao-2025. Novidades do ACFP também são compartilhadas através de seu perfil no Instagram: www.instagram.com/amazoniaemcasaflorestaempe 

 Amazônia em Casa, Floresta em Pé, em números: 

 45 negócios possuem mulheres na liderança, diretoria ou em cargos de tomada de decisão, e 36 possuem pessoas negras, pardas ou indígenas na liderança, diretoria ou em cargos de tomada de decisão;

  • 27 possuem certificações de qualidade e/ou impacto positivo ao meio ambiente;
  • 7 estão aptos a exportar;
  • 6.674 famílias são impactadas positivamente através dos negócios apoiados pelo programa.

 Sobre a Climate Ventures 

A Climate Ventures é um instituto dedicado a impulsionar o ecossistema de inovação climática no Brasil. Acreditamos que o Brasil tem grande potencial para liderar a transição para uma economia verde. Nossa atuação se divide em dois eixos principais: na orquestração, em que mapeamos coordenamos e conectamos estrategicamente os principais atores do ecossistema, promovendo parcerias e conexões de negócio entre investidores, empreendedores, CEOs e reguladores; e na produção de conhecimento, em que geramos informações e análises críticas para apoiar a tomada de decisões, fornecendo insights para líderes à frente da transição para a economia verde. 

 Site: www.climateventures.co 

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AMAZ Aceleradora de Impacto agora é credenciada pelo CAPDA

Iniciativa que apoia negócios da floresta entra no ecossistema de PD&I

Comunicação Idesam

O Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (CAPDA) concedeu credenciamento à AMAZ Aceleradora de Impacto para operar seu programa de aceleração de negócios de impacto no ecossistema de PD&I da Suframa.  

A resolução do CAPDA nº 55, de 25 de julho de 2024, que oficializa o credenciamento, exige que a AMAZ mantenha atualizada a relação das empresas nascentes de base tecnológica vinculadas a ela e comprove, a qualquer tempo, o cumprimento dos requisitos necessários para a manutenção do credenciamento. Com o aval do CAPDA, a partir desta resolução, a AMAZ pode prestar serviços de aceleração de negócios, limitados a 5% do orçamento do projeto. 

No escopo da Lei de Informática, poderão ser acelerados os negócios de impacto que tem aprovação e investimento por empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), contando com a expertise do programa de aceleração de impacto do Idesam, além da experiência na execução dos programas da Lei de P&D, desde a elaboração do plano de trabalho até auditoria independente. 

A AMAZ Aceleradora de Impacto foi criada pelo Idesam para ajudar a construir uma nova economia na Amazônia, a partir de investimentos em startups e negócios de impacto inovadores e escaláveis, que gerem renda e prosperidade por meio da conservação, restauração e uso sustentável da floresta. Atualmente possui em seu portfólio 18 negócios de impacto, tendo ao todo acelerado 33 negócios de impacto que contribuem para a nova economia da Amazônia. 

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Manawara inaugura mais uma franquia em São Paulo

Foto: Divulgação Manawara

Em junho, a Manawara inaugurou sua quarta franquia. A nova unidade fica localizada no Shopping Pátio Paulista, na cidade de São Paulo, e integra uma série de franquias previstas para inauguração até o fim de 2024.

A primeira franquia foi inaugurada em Manaus, no Shopping Manauara. Em seguida vieram mais duas: no Shopping Parque Cidade, zona sul da cidade de São Paulo, e no Shopping Osasco, na cidade de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo.

A Manawara projeta entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. O modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose.

Em sua cadeia produtiva, a empresa busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

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Vivalá lança novo destino de viagem: Monte Roraima

Foto: Divulgação Vivalá

A fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana é o ponto de chegada da nova expedição da Vivalá: o Monte Roraima, uma das montanhas mais antigas do mundo, com o cume mais extenso do planeta (34 km²), guardado pelo Parque Nacional Monte Roraima.

Considerado um verdadeiro santuário, cercado pelos anfitriões e protetores indígenas Taurepang, o destino tem sido buscado por um número cada vez maior de praticantes de trekking.

“Há aqueles que se aventuram para o Monte para superar desafios físicos, porém, o real sentido dessa expedição está na compreensão dos aspectos sagrados da sabedoria ancestral de indígenas de diferentes etnias que reverenciam, respeitam e compreendem este espaço único do planeta Terra como fonte de vida, de espiritualidade e, sobretudo, de transformação. O intercâmbio que tive com os Taurepang me transformou completamente e foi um divisor de águas na minha concepção de mundo”, destaca Alberto Rabelo, produtor de experiências Vivalá e do roteiro ao Monte Roraima. 

A expedição é oferecida em collab com a Roraima Adventures (RRAdv), especialista na região há mais de 20 anos e pioneira nas expedições ao Monte Roraima.

De acordo com o diretor-geral da RRAdv, Joaquim Magno, a parceria no roteiro se dá pelos objetivos em comum dos negócios sociais. “A contribuição é recíproca, pois as duas empresas proporcionam uma experiência que tem um objetivo comum, que é levar os viajantes a viver uma experiência no destino, mas com qualidade, segurança, impacto positivo e sonho realizado”. 

O roteiro foi criado não somente para oferecer ao viajante uma inesquecível experiência, mas também para impactar positivamente o lugar. Esse impacto é fruto do turismo sustentável, que busca contribuir com a preservação ambiental do local, as comunidades participantes e a experiência dos viajantes. 

“Desde o primeiro contato com nosso material de marketing e equipe de vendas até o retorno da expedição, nosso viajante recebe todo o suporte e orientação para que sua experiência seja a mais agradável possível, o que inclui boas práticas relacionadas à sustentabilidade e segurança”, destaca Daniel Cabrera que, além de cofundador e diretor executivo da Vivalá, integra o conselho da Abeta – Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

O impacto social da Expedição ao Monte Roraima se inicia na condução do roteiro e durante a subida, guiada por indígenas locais, que conhecem e possuem contato direto com a região. A expedição tem duração de dez dias e é indicada para pessoas que já possuem um preparo físico, pois são 100 km de caminhada.

Há saídas previstas de uma a duas vezes no mês, que incluem o transporte terrestre a partir de Boa Vista até a Comunidade Indígena Paraitepuy, onde o grupo passa tanto na ida, quanto na volta. A expedição oferece treinamentos antes da viagem, hospedagem em Boa Vista e em Santa Elena de Uairén, transporte, todo o apoio de camping, incluindo equipamentos coletivos de acampamento, alimentação, taxa de entrada nas Comunidades e uma equipe capacitada para guiar a expedição.

A Vivalá, que atua no desenvolvimento do turismo sustentável no Brasil, está presente em 24 unidades de conservação do país, contemplando os biomas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Trabalha em conjunto com mais de 700 pessoas de populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, sertanejas e caiçaras.

Com 15 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, a empresa já embarcou mais de 3 mil viajantes, além de ter injetado mais de R$ 4 milhões em economias locais através da compra de serviços de base comunitária e consumo direto dos viajantes.

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G20 Manaus: Idesam, Suframa e MDIC apresentam mais de 30 produtos em bioeconomia

A Exposição é organizada pela agenda GIB e Serviço Florestal Brasileiro 

Texto: Imprensa/ Idesam
Foto: Divulgação/ Idesam

As delegações participantes dos Grupos de Trabalho do G20, terão a oportunidade de visitar a exposição intitulada ‘Sustentabilidade Climática e Ambiental’. Além do Idesam, as organizações expositoras são MMA, ICMBio, SFB; Sebrae e InovaAmazonia e Origens, CBA, CIDE e Casa Ribeirinha. 

A mostra é fechada para convidados e acontece no Centro de Convenções Vasco Vasques e é parte integrante da reunião do G20 sobre Sustentabilidade Climática e Ambiental e da reunião da Iniciativa sobre Bioeconomia. O objetivo da exposição é destacar projetos e iniciativas locais que contribuem de forma inovadora no enfrentamento dos desafios ambientais e climáticos da Amazônia. 

Produtos da sociobiodiversidade no G20. Foto: Divulgação/Idesam

Os produtos apresentados estão divididos em três categorias: tecnologia, cosméticos e comida. São eles: o mel de abelha sem ferrão, da Amazônia Bee; smart burguer, smart meatballs e smart sausage, da Amazônia Smart Food; açaí energy drink, do Engenho Café de Açaí; mudas de espécieis amazônicas, da Biofábrica Ananas; extrato de frutas amazônicas, blends funcionais, óleo de castanha e óleo blend, da Terramazônia; amazônia foodlab, da Ekuia; castanhas do Brasil e amêndoas de cacau, da Zeno Nativo; nutrição regenerativa da floresta, da Mahta; alimentos naturais e saudáveis, da Mazô Maná; opções sem glúten, veganas e sem gordura trans, da Manawara; condimentos, da Soul Brasil Cuisine; chocolate amazônico da Na’Kau; alimentos naturais, da Manioca; e o Café Apuí Agroflorestal, da Amazônia Agroflorestal; na categoria de comida. 

Gel esfoliante, espuma de limpeza, argilas e óleos lídimos, da Biozer da Amazônia; linhas de limpeza facil, da Amakos; óleos essenciais, da Encantos da Floresta; produtos feitos do couro de peixes amazônicos, da Yara Couros; nanocosméticos, da Darvore; cosméticos naturais veganos, da Ekilibre; cosméticos, da Moma Natural; e os óleos vegetais e essenciais e objetos de madeira certificada, da Inatu Amazônia; na categoria de cosméticos. 

Plataforma de inteligência climática, plataforma ESG, agrosmart Nexus e app BoosterAGRO, da Agrosmart; biofertilizante – Biochar Fert Açaí NK+, da Biofert; comercialização da tecnologia de micro-ondas, da Innovatus; comercialização de óleo de pracaxi e das prensas artesanais, da Inova Manejo; comercialização de alevinos, da Gigas Baby; serviço de implementação do sistema agrícola, da Agrega+; peças de bicicleta com fibras de tucumã e açaí, da AGJTech; máquina colhedora de açaí, da Agranus; e ibogaína amazônica, da Hylaea; na categoria de tecnologia.  

Foto: Divulgação/ Idesam

De acordo com a programação, o objetivo é destacar as soluções práticas e inovadoras que inspiram mudanças significativas e sustentáveis, além de fortalecerem a conscientização sobre a importância de agir para proteger nossos recursos naturais. 

G20 em Manaus 

Manaus sedia, entre os dias 17 e 19 de junho de 2024, a reunião da Iniciativa sobre Bioeconomia do G20. Este é primeiro evento do G20 realizado na capital amazonense. Na mesma semana, de 19 e 21 de junho, ocorre a reunião do Grupo de Trabalho do G20 sobre Sustentabilidade Climática e Ambiental, ambos eventos realizados no Centro de Convenções Vasco Vasques. 

O G20, que reúne as maiores economias do mundo (19 países, além da União Africana e a União Europeia), está sob a presidência do Brasil, desde 1º de dezembro de 2023. Esta é a primeira vez que o tema da bioeconomia é discutido multilateralmente, uma iniciativa proposta pela presidência brasileira no G20. A reunião em Manaus foca no uso sustentável da biodiversidade para a bioeconomia, com participantes nacionais e internacionais discutindo estratégias para a conservação, preservação e recuperação da biodiversidade. 

Fórum Inter-religioso do G20 

Em paralelo, Manaus também recebe o Ciclo de Reuniões do Fórum Inter-religioso do G20, abordando o tema ‘Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Engajamento Religioso: Contribuições para o G20’. André Vianna, diretor técnico do Idesam, participa do debate ‘Criando valor e prosperidade e regenerando a natureza: dinâmicas religiosas e fatores sociais, biológicos e econômicos’. Esta oficina discute caminhos para a prosperidade com foco na segurança alimentar, justiça climática e preservação das florestas, destacando o papel das crenças e instituições religiosas na regeneração da natureza. 

A primeira sessão será moderada por Romanna Remor, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Roble del Sur, e contará com painelistas como Patrícia Cota Gomes, Diretora Adjunta do Imaflora; André Viana, Diretor Técnico do Idesam; Ernesto Souza, agricultor agroflorestal residente na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã; e Paulo Oliveira, Proprietário da Cocar&Co. 

A participação do Idesam nas reuniões do G20 em Manaus sublinha a importância da sociobiodiversidade e da bioeconomia na agenda global, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a conservação da Amazônia.