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Vivalá participa do Programa de Aceleração do EmbraturLAB 

Foto: Divulgação Vivalá

A Vivalá, negócio que integra o portfólio da AMAZ, é uma das startups participantes do Programa de Aceleração do EmbraturLAB, que promove a competitividade do setor de turismo a fim de melhorar a experiência dos estrangeiros que visitam o Brasil.

O programa é uma parceria entre o EmbraturLAB e o Turistech Hub Brasil, um dos principais hubs de inovação da América Latina. O Hub foi criado para liderar a agenda de inovação no turismo e fomentar a competitividade e sustentabilidade ambiental do setor. Já o EmbraturLAB conta com parceria entre Embratur, universidades, pesquisadores e empreendedores que estão promovendo ações de inovação no turismo.

Na última fase do processo, prevista para se encerrar em abril, três startups (iFriend, Vivalá e Destinos Inteligentes) realizam testes práticos a partir das soluções turísticas desenvolvidas. A Vivalá realizou a tradução do site e de seus principais materiais para o inglês e o espanhol, aumentando a quantidade de pessoas que podem ser acionadas pelos roteiros sustentáveis, e está desenvolvendo soluções tecnológicas para atrair o público estrangeiro para viver experiências de turismo sustentável no Brasil.

Para a prova de conceito do EmbraturLAB, a Vivalá desenvolveu um roteiro com vivência de aventura de um dia, todo voltado para a sustentabilidade no Rio de Janeiro, com foco na biodiversidade, disponibilizado para o calendário 2024. 

“Destinamos esforços, recursos e tempo no desenvolvimento de um amplo material promocional em português, inglês e espanhol, além do desenvolvimento de uma plataforma de afiliados para que possamos ter tecnologia suficiente para vender o Brasil com parceiros ao redor de todo o mundo em tempo real. Isso será um salto importante na expansão comercial do ecoturismo, aventura e turismo de base comunitária com estrangeiros”, destaca o cofundador e diretor-executivo da Vivalá, Daniel Cabrera.

E os primeiros resultados da prova de conceito estão começando a surgir da Amazônia de forma mais acelerada: “A Amazônia é o bioma que mais recebeu estrangeiros em nosso portfólio. Hoje temos experiências de ecoturismo, turismo de base comunitária e aventura, com comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Tocantins. E, em breve, chegaremos ao quinto estado, Roraima, com experiências em uma das maiores montanhas do Brasil: o Monte Roraima”, completa Cabrera.

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Time da AMAZ se reúne para planejar futuros

Em fevereiro, a equipe da AMAZ esteve reunida em Iranduba, no Amazonas, imersa em planejamento, com apoio da Move Social.

Já em sua quarta Chamada de Negócios e em momento de revisão de portfólio, a aceleradora se prepara para uma nova fase. O planejamento estratégico foi iniciado ainda em 2023, culminou com uma imersão de três dias em fevereiro e segue na modelagem e revisão da Teoria de Mudança.

Constituída em 2021 de modo inovador e pioneiro, a partir de um fundo de financiamento híbrido blended finance) de R$ 25 milhões para investimento em negócios de impacto em cinco anos, o primeiro voltado exclusivamente para a região, a ambição da AMAZ é ampliar ainda mais sua atuação na região Amazônica, indo além da aceleração de negócios e aumentando a entrega de impacto positivo.

Com novos integrantes no time, mudanças em gestão de portfólio e aprimoramento na seleção de negócios, fruto da experiência dos anos de atuação, a AMAZ vem refletindo e gestando mudanças em sua atuação, cuidadosamente traçadas no planejamento.

“O papel da AMAZ é apoiar o empreendedor com capital, conhecimento, conexões e tudo mais que for necessário para alavancar seu crescimento. Nos planejamos agora para uma nova fase, contribuindo ainda mais para apoiar os empreendedores com capital, conhecimento e conexões e para fomentar e criar na prática um ecossistema de impacto e inovação na Amazônia”, diz Mariano Cenamo, CEO da AMAZ.

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Manawara abre franquia em São Paulo

Foto: divulgação Manawara

Depois de inaugurar sua primeira franquia em janeiro, em Manaus, a Manawara abriu a segunda unidade em São Paulo.

A nova unidade está localizada no Shopping Parque da Cidade, na Chácara Santo Antônio, zona sul da capital paulista. Esta é a segunda franquia de uma série prevista para inauguração ainda em 2024.

Mais duas unidades deverão ser abertas em São Paulo ainda neste semestre. Também estão previstas para o ano duas unidades no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte. E a Manawara segue em fase final de negociação de outras quatro unidades.

O movimento vem após a inauguração de um ponto de venda em São Paulo, em maio do ano passado, que também funcionou como showroom do negócio para atração de futuros franqueados.

Mércio Sena, CEO da empresa, destaca que a Manawara deve entregar 10 unidades franqueadas este ano, no firme propósito de ampliar o acesso aos sabores amazônicos. Nosso modelo de franquia oferece mais de 20 produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose. E projetamos fechar o ano de 2024 com 15 novos produtos.

A empresa tem investido no desenvolvimento de produtos e embalagens ao longo dos últimos anos. O esforço tem sido premiado com reconhecimentos importantes. A Manawara já participou das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo e da Europa – a Anuga e a Sial. Pela Sial, ganhou o Selo de Inovação em 2020. E foi também premiada pelo Brazil Design Awards com as embalagens desenvolvidas para as balas de fruta, também em 2020.

Em sua cadeia produtiva, a Manawara busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

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Mariano Cenamo é novo empreendedor social da Ashoka

Em fevereiro, o diretor de novos negócios do Idesam e fundador da AMAZ, Mariano Cenamo, entrou para o time de empreendedores sociais da Ashoka, maior rede global de empreendedores sociais.

Ao longo de 20 anos na Amazônia, Cenamo tem atuado como propulsor de uma nova economia, contribuindo para a construção de um ecossistema de negócios de impacto e reimaginando o financiamento dessa construção.

“A criatividade e as experiências de Cenamo informam e dinamizam a vasta rede de 1.800 empreendedores sociais da Ashoka que estão trabalhando por mudanças sistêmicas na área ambiental. Nós acreditamos que cada pessoa e organização que se junta à nossa comunidade fortalece a confiança e o impacto das demais,” diz Andrea Margit, vice-presidente da Ashoka na América Latina.

Em 10 anos, Mariano prevê o surgimento de uma quantidade significativa de negócios desenvolvidos localmente na Amazônia, criando um centro de inovação na região que atrairá a atenção internacional de investidores e abrirá novas oportunidades de empreendimento na floresta.

A meta do Idesam é investir pelo menos R$ 100 milhões na bioeconomia amazônica nos próximos anos. Isso vai requerer pelo menos 100 agentes de mercado, entre empresas clientes e parceiros; apoio ou desenvolvimento de 90 cadeias de valor sustentáveis; e o suporte a mais de 220 negócios, organizações sociais e soluções.

Para Cenamo, a construção de uma bioeconomia amazônica só será concretizada com colaboração entre vários atores, a partir da formação de redes de pessoas, organizações, empreendedores, investidores e financiadores que tenham capacidades e habilidades complementares. “Na comunidade Ashoka, espero trocar experiências e construir colaborações com outros empreendedores sociais. Vamos juntos avivar esse sonho,” diz.

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Manawara, empresa do portfólio da AMAZ, inaugura franquia em Manaus

Shopping Manauara recebe primeira franquia da empresa, que projeta inaugurar outras três no primeiro semestre

Foto: Divulgação Manawara

Manaus – A Manawara, empresa que integra o portfólio da AMAZ aceleradora de impacto, inaugurou no último fim de semana (20 e 21/01), sua primeira franquia. Localizada no Shopping Manauara, em Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus, esta será a primeira de várias que deverão ser entregues este ano.

A empresa, localizada em Iranduba, no Amazonas, surgiu da paixão por balas de goma e pela Amazônia. Oferece 22 opções de produtos, entre balas de frutas de sabores variados, castanhas e biscoitos. Alimentos como açaí, guaraná, taperebá e cupuaçu estão presentes em jujubas e outros produtos veganos, sem glúten nem lactose. E projeta fechar o ano de 2024 com 15 novos produtos. 

Em sua cadeia produtiva, a Manawara busca valorizar produtores da região amazônica. O guaraná utilizado vem de Maués, a castanha é proveniente da Assoab (Associação dos Agropecuários de Beruri), que atua na Resex Mamirauá. O polvilho dos biscoitos vem de Iranduba, o mel de Boa Vista do Ramos, a farinha de coco de produtores do Acre.

“Para nós, que estamos localizados no Amazonas, é muito significativo ter uma franquia aqui, em Manaus. Poder levar nossos parceiros – como o Senhor José Tomaz, de uma comunidade ribeirinha em Iranduba, que é nosso fornecedor de jambu – para conhecer nosso ponto de venda, mostrar, de forma concreta, como as matérias-primas eles nos fornecem são usados e onde são comercializados os produtos, não tem preço”, define Mércio Sena, CEO da Manawara.

O CEO da AMAZ aceleradora e diretor de novos negócios do Idesam, Mariano Cenamo, destaca: “É uma grande satisfação ver a inauguração da primeira unidade da Manawara em Manaus, no Shopping Manauara. É uma empresa que nós acreditamos que tem um potencial enorme de levar a cara da Amazônia para o Brasil e para o mundo, mas é super importante apresentar em primeira mão os produtos que vêm da biodiversidade amazônica para serem valorizados pelos próprios amazonenses. Esta é a primeira de várias franquias que serão inauguradas no Brasil durante esse ano de 2024.”

Os produtos da empresa  já eram encontrados em alguns pontos de venda em Manaus, mas agora passam a ser comercializados em ponto próprio, onde é possível ter acesso à grande gama de produtos oferecidos. 

Crescimento

Segundo Mércio, no primeiro semestre, três novas franquias deverão ser abertas na cidade de São Paulo. Estão também previstas para esse ano duas unidades no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte. E a Manawara já está em fase final de negociação de quatro outras unidades franqueadas. 

“Nossa intenção é promover uma imersão no mundo de cores e sabores da Amazônia. Que cada um tenha a possibilidade de imaginar a sua Amazônia através dos produtos que oferecemos.  Dentro de cada bala, de cada caixinha, tem muito zelo com a natureza e com as pessoas que vivem na floresta”, destaca o CEO da Manawara.

Segundo ele, o ponto de venda inaugurado em São Paulo em maio do ano passado, que funciona também como showroom para atração de futuros franqueados, ampliou suas vendas em cerca de 10% desde o início de sua operação.

A empresaa tem investido no desenvolvimento de produtos e embalagens ao longo dos últimos anos.

O esforço tem sido premiado com reconhecimentos importantes. A empresa já participou das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo e da Europa – a Anuga e a Sial. Pela Sial, ganhou o Selo de Inovação em 2020. E foi também premiada pelo Brazil Design Awards com as embalagens desenvolvidas para as balas de fruta, também em 2020.

A Manawara está em tratativas para entrar no mercado norte-americano. Seus produtos têm despertado interesse também do mercado chinês: JD, gigante do e-commerce, o Departamento de Comércio da China e uma rede de supermercados em Beijing com clientela de estrangeiros demonstraram interesse em abrir negociação.

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Tucum assina contrato com a prefeitura do Rio para ocupar casarão no centro histórico

Foto: Divulgação Tucum

A Casa Tucum já tem um endereço para chamar de seu: Rua do Rosário nº 30. 

A empresa assinou contrato com a Prefeitura do Rio de Janeiro para ocupar um casarão no centro histórico da cidade. E tem previsão de início de funcionamento ainda neste trimestre.

A Casa representa o retorno físico da Tucum à capital fluminense, onde o negócio gerenciou uma loja própria entre os anos de 2013 e 2019.

Para viabilizar o espaço, a Tucum participou de um processo seletivo do Programa de Incentivo Reviver Centro Cultural, da Prefeitura do Rio de Janeiro, que selecionou empreendimentos para ocupar 27 lojas vazias no centro da cidade, no quadrilátero formado pelas avenidas Presidente Vargas, Rio Branco e Primeiro de Março; pela Rua da Assembleia e por um trecho da Orla Conde.

A cerimônia de assinatura aconteceu no dia 30 de janeiro, no centro da cidade do Rio de Janeiro, e contou com a presença do prefeito Eduardo Paes e de outros representantes da prefeitura e das empresas selecionadas para assinatura dos primeiros contratos do Programa. 

“A Casa Tucum vai ser um espaço para as pessoas se aproximarem da realidade e cultura dos nossos parceiros”, destaca Amanda Santana. “Vai ser um espaço de reafirmação das artes e dos povos indígenas do Brasil.”

A proposta do espaço é comercializar arte e artesanato indígena, mas também ser galeria para exposição de artistas residentes e do acervo, cineclube e oferecer outras programações culturais.

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Academia Amazônia Ensina organiza expedição com a Universidade de Harvard

Foto: Divulgação ACAE

Em agosto, alunos da Universidade de Harvard estarão na Amazônia em uma imersão organizada pela Academia Amazônia Ensina (ACAE). 

A Harvard Amazon Rainforest Immersion é um programa de campo extracurricular, que envolve estudantes, professores e pesquisadores de Harvard e da Amazônia. O conteúdo do programa gira em torno de temas locais ligados ao clima e ao desenvolvimento sustentável. 

A imersão trará uma introdução intensiva e interdisciplinar aos ecossistemas, sociedades e economias da Amazônia, explorando as complexidades e desafios locais do desenvolvimento sustentável.

Os participantes terão contato com conceitos científicos fundamentais para compreender o funcionamento do ecossistema da floresta e sua importância para o planeta; interconexões entre desmatamento, atividades extrativas ilegais, perda da biodiversidade, saúde, capital humano e desigualdades; culturas locais; política climática; pesquisas locais, inovações e cases de sucesso. 

Palestras, debates, visitas a diversos locais, interações com especialistas, comunidades tradicionais e outros alunos farão parte dos 12 dias da imersão. Os participantes deverão desenvolver um relatório com os aprendizados e ideias para projetos relacionados à Amazônia. 

Além dos estudantes de Harvard, também participarão da expedição estudantes ou pesquisadores que residem em países da Amazônia.

“Fomos procurados por Harvard, a partir de uma indicação do Idesam, e ficamos muito felizes, porque há muita sinergia entre o que a Academia Amazônia Ensina promove e as expectativas deles. Vamos passar por Manaus, pela Reserva do Uatumã e por Presidente Figueiredo. Estamos bastante animados e em processo preparatório para a imersão”, analisa Maria Eugenia Rocha Tezza, diretora-executiva da ACAE.

A Imersão Harvard na Floresta Amazônica é oferecida pelo David Rockefeller Center for Latin American Studies Brazil Office e pelo Salata Institute for Climate and Sustainability, em colaboração com a Academia Amazônia Ensina, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Idesam. 

“Temos certeza de que as experiências de produção sustentável oferecidas pelo Idesam junto com comunidades da Amazônia para o grupo de Harvard e a Academia Amazônia Ensina permitirão uma reflexão diferenciada de como pensar desenvolvimento para a Amazônia. A união desses entes – um instituto de pesquisa renomado como Harvard, a ACAE com sua educação no campo, reflexiva e instigadora de soluções, e as técnicas desenvolvidas no Idesam, no campo, junto com a vivência e a experiencia comunitária – é um caminho muito promissor para enxergar novas soluções para o desenvolvimento sustentável e inclusivo na floresta amazônica”, analisa Carlos Koury, diretor de inovação em bioeconomia do Idesam.

ACAE promove quatro expedições em 2024

Com uma expedição em curso até o início de fevereiro, a ACAE promoverá mais três expedições ao longo de 2024, incluindo a imersão com Harvard.

Na primeira expedição do ano, estão a bordo 23 pessoas de perfis bastante variados, incluindo estudantes e pessoas executivas de instituições como Amazon, Basf e Sebrae Nacional.

“São pessoas que pensam fora da caixa, ou que buscam pensar fora da caixa. Temos também jornalistas, designers, administradores, engenheiros, profissionais do audiovisual e especialistas em tecnologias nessa expedição”, diz Maria Eugênia. 

Dentre as expedições do ano, em maio a ACAE promove uma imersão com a Saint Paul Escola de Negócios de São Paulo, voltada a descobrir a Amazônia com olhar ESG, e em junho repete parceria com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) em nova expedição. 

“Estamos muito felizes com o caminho que a ACAE tem tomado. Percebemos a importância de estar nesses diferentes ambientes para que o diálogo se concretize. Sinto que a Academia Amazônia Ensina está fazendo o seu papel, proposto desde sempre, que é preparar as pessoas para os desafios econômicos, sociais e ecológicos do século 21. E estamos muito entusiasmados com essa abertura, principalmente com o público B2B, corporativo, para entender a Amazônia dessa maneira contextualizada”, destaca.

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Tucum terá loja e ponto cultural no centro da cidade do Rio de Janeiro

Foto: Tucum/divulgação

Um ponto de encontro com a cultura indígena em suas diversas manifestações. É isso que a Casa Tucum promete a partir do próximo ano no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro.

A Casa representa o retorno físico da Tucum à capital fluminense, onde o negócio gerenciou uma loja própria entre os anos de 2013 e 2019.

Para viabilizar o projeto, a Tucum participou de um processo seletivo do Programa de Incentivo Reviver Centro Cultural, da Prefeitura do Rio de Janeiro, que selecionou empreendimentos para ocupar 27 lojas vazias no centro da cidade, no quadrilátero formado pelas avenidas Presidente Vargas, Rio Branco e Primeiro de Março; pela Rua da Assembleia e por um trecho da Orla Conde.

A Prefeitura selecionou já os empreendedores e agora define com cada um o imóvel que melhor se adapta a cada uso. Será fornecida ajuda de custo para reforma e aluguel.

“A gente já procurava um lugar no Rio para voltar com a loja. Os clientes perguntam, todo mundo queria esse espaço de volta. Preparamos esse retorno com cuidado porque não queríamos voltar apenas como uma loja, mas sim dando espaço a toda a proporção que a Tucum tem hoje, à importância do trabalho que realizamos. Esse novo espaço vai comercializar os produtos de artesanato e arte indígenas, mas também oferecerá galeria para exposição de artistas residentes e do nosso acervo, cineclube e outras programações culturais”, define Amanda Santana, sócia fundadora e diretora criativa da Tucum.

Os requisitos para ocupação dos espaços incluíam a realização de atividades culturais, algo que já era acalentado por Amanda no projeto da Tucum. E o subsídio da Prefeitura foi uma grande motivação também para o retorno da loja física à capital fluminense.

“A Casa Tucum vai ser um espaço para as pessoas se aproximarem da realidade e cultura dos nossos parceiros. Vamos ampliar essas possibilidades e teremos também uma chamada para o Laboratório de Empreendedorismo Indígena, que vai funcionar dentro da Casa em 2024”, completa Amanda.

A Casa Tucum deverá iniciar seu funcionamento ainda no primeiro semestre do próximo ano.

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Mazô Maná lança shake amazônico

Foto: Mazô Maná

A Mazô Maná fecha o ano de 2023 lançando seu primeiro produto no mercado: um shake amazônico que mistura açaí, babaçu, cacau, cajá, camu-camu, castanha-do-pará, cogumelos, cumaru, cupuaçu, graviola, murici, pimenta cumari e pupunha.

O produto já chega chancelado por dois chefs de cozinha famosos, que integram o conselho da Mazô Maná: Bela Gil e Alex Atala. E está à venda no ecommerce da empresa e também no Mercado Livre.

A inovação em relação a produtos similares, destaca Marcelo Salazar, idealizador da Mazô Maná e co-CEO, está no impacto para associações dos povos tradicionais que a empresa busca com seu modelo. 

Além da compra de ingredientes, a empresa está em busca de projetos de PSSA (Pagamento por Serviços Socioambientais) para os territórios onde atua, e deixou separado no captable 10% da empresa para povos tradicionais, por meio de parcerias a serem contratadas com instrumentos jurídicos que protegem as comunidades e com a calma necessária para que elas compreendam o arranjo e fiquem confortáveis com o modelo. 

A modelagem conta com a assessoria direta do SBSA, escritório de advocacia com área especializada em negócios de impacto, como parte de seu projeto Contratos Justos. 

A intenção é trazer um benefício adicional a essas comunidades, abrindo oportunidades para modelos alternativos de parcerias que possam gerar recursos adicionais e aprendizados no médio prazo. Para avançar nessa frente, a startup segue em conversas com alguns grupos na região da Terra do Meio, berço onde nasceu. 

A Mazô Maná pretende que o shake e demais produtos alimentares desenvolvidos sejam uma das diversas fontes de receita. A startup tem prestado consultorias e desenvolvido parcerias com empresas e ONGs  na Amazônia, como desenvolvedoras de projetos de Serviços Ambientais e Carbono e busca caminhos para que esses projetos sejam realizados no tempo das comunidades, com o devido processo de informação e consulta, com contratos justos e envolvendo os parceiros dessas comunidades. 

Marcelo Salazar esteve na COP-28 em Dubai, participando de diversas agendas de movimentações do mercado de carbono, PSSA e sistemas alimentares, incluindo articulações no rumo da COP-30, que ocorrerá em Belém-PA.

AMAZ realizou oficina com a startup em Altamira

Em maio deste ano, a AMAZ, juntamente com a Mazô Maná e Simbiótica Finance, realizou uma oficina em Altamira como parte da jornada de aceleração de 2023.

Duas frentes foram foco deste encontro: o início de uma articulação para construção de metodologia alternativa e outros caminhos para PSSA não limitada a carbono, mas sim levando em conta a proteção integral do território por povos originários, ribeirinhos e quilombolas; e a estratégia da Mazô Maná na relação com fornecedores comunitários, como a que está sendo desenvolvida com  Rede de Cantinas da Terra do Meio, definida a partir de comércio justo com busca de recursos adicionais a partir de toda a valorização do modo de vida da comunidade.

A modelagem de negócios da Mazô Maná foi o catalisador para a realização da oficina, que reuniu também outros parceiros como iCS (Instituto Clima e Sociedade), SBSA (Szazi, Bechara, Storto, Reicher e Figueiredo Lopes Advogados), Bia Saldanha, Esteban Walther (advisor e investidor da Mazô) e Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia).

O grupo visitou a sede da Mazô Maná e participou de uma expedição, organizada em parceria com a startup, que incluiu uma visita à sede do negócio em Altamira, ao galpão das Associações da Resex da Terra do Meio e também a uma das comunidades parceiras da Resex Rio Iriri. Alguns dos ingredientes do primeiro produto da Mazô Maná são provenientes da região, e os participantes da expedição puderam conhecer in loco uma das unidades de beneficiamento dos produtos e provar em primeira mão o super shake da florestas da Mazô Maná.

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Seis startups finalistas da Chamada 2023 participam do pitch day da AMAZ

Foto: Pré-aceleração de negócios 2023/Rodrigo Duarte

No dia 14 de dezembro, seis startups finalistas da Chamada de Negócios 2023 da AMAZ participaram de um pitch day com investidores da aceleradora.

A sessão de pitches foi virtual, e contou com a participação de empreendedores e empreendedoras da Atlas Florestal, Zeno Nativo, BioAmazon, Coordenada Rural, Moma e Amaz Project.

A etapa final da jornada de seleção da Chamada 2023 proporcionou oportunidade para os negócios finalistas exercitarem seus pitches e demonstrarem o tipo de investimento que buscam e como ele será aplicado, caso selecionados para integrar o portfólio da AMAZ.

Durante a pré-aceleração, realizada em outubro deste ano, os empreendedores tiveram oportunidade de apresentar seus pitches coletivamente, recebendo feedbacks importantes uns dos outros, e também do time da AMAZ. O instrumento recebeu inputs do Modelo C, que foi objeto de trabalho durante o encontro presencial do grupo.

“Os pitches dos negócios, de modo geral, evoluíram muito desde a pré-aceleração, momento em que trabalhamos com eles o Modelo C e também suas apresentações. Desde então, estivemos conectados com eles para ajudar a refinar os pitches, e o resultado que vimos no dia 14 demonstrou amadurecimento nas apresentações, reflexo do trabalho com o Modelo C e também da assessoria do nosso time”, define Rafael Moreira Ribeiro, que coordena os processos de seleção e aceleração na AMAZ/Idesam.

Os negócios selecionados para investimento e aceleração serão anunciados no início de 2024.