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Amazônia em casa, Floresta em pé se prepara para nova fase

Em março, participantes e apoiadores do movimento Amazônia em casa, Floresta em pé estiveram reunidos para avaliar as atividades realizadas em 2020 e traçar exercícios de futuro.

Iniciado em junho do ano passado, o movimento foi uma das soluções desenvolvidas para os negócios amazônicos continuarem suas vendas durante a pandemia, incentivando a adoção de estratégias de e-commerce.

Como resultado, negócios que tiveram drástica redução nas vendas em 2020 (queda de 70% a 90% no faturamento) começaram sua jornada no e-commerce e colheram bons resultados, seja em venda ou visibilidade.

Iniciado a partir de um projeto piloto em junho de 2020, em parceria com o Mercado Livre, o movimento foi crescendo e se desdobrando, com marcos de ativação específicos em setembro, mês da Amazônia, na Green Friday em novembro e também por ocasião do Natal.

Dentre as estratégias e ações adotadas pelo movimento, estão soluções na área de logística e armazenagem – consolidação de estoque compartilhado em São Paulo, coordenação logística, manuseio e entrega ao consumidor final, entregas em 24 horas em São Paulo e em 48h para outros lugares do Brasil, subsídio de frete, taxas e armazenagem, transferência gratuita de mercadorias na rota Manaus – São Paulo. Na área comercial, desenvolveu-se forma exclusiva para vendas B2B, além da criação de catálogo e materiais comerciais, cestas corporativas e para B2C.

Na área de comunicação e marketing, o movimento promoveu a ativação de influenciadores por meio de lives com empreendedores amazônicos, contato com formadores de opinião, além de desenvolver identidade e site voltado à iniciativa. Uma rede de 35 influenciadores digitais, entre jornalistas, chefs de cozinha, artistas e profissionais de nutrição e saúde foi envolvida nas ações de ativação.

Soluções para desafios de 2020 guiam os próximos passos

Os próximos passos do movimento incluem a busca de soluções para uma série de desafios que se colocaram no aprendizado ao longo de 2020, classificadas em dois eixos: acesso a mercado para a sociobiodiversidade amazônica e estruturação do movimento.

No primeiro eixo, os desafios estão colocados na estruturação base dos negócios amazônicos, na ampliação e consolidação da infraestrutura logística e comercial de acesso a mercado, no escalonamento das soluções logísticas comerciais para incluir mais negócios amazônicos, em ampliar a rastreabilidade dos produtos e em impulsionar a bioeconomia da floresta em pé.

Já no eixo de estruturação do movimento, as propostas incluem a estruturação da governança e do núcleo operacional, estratégias de financiamento em médio e longo prazos, viabilizar a mensuração de impacto positivo na ponta, desenvolvimento de plano de membresia, fortalecimento da frente comercial e das estratégias de comunicação e marketing, integração e automação de base de dados de estoque e logística.

O grupo que integra o movimento Amazônia em casa, Floresta em pé inclui 16 marcas amazônicas – das quais dez integram o portfólio do Programa de Aceleração da PPA – e é uma realização do Mercado Livre, Programa de Aceleração e Negócios de Impacto da PPA, Idesam e Climate Ventures. Tem co-realização de Amazônia Hub, Biobá e Instituto Auá, parceria da Costa Brasil, Lothar Consultoria e Logística e Origens Brasil e apoio institucional do Fundo Vale, Instituto Clima e Sociedade, Climate and Land Use Alliance e Instituto Humanize.

Para conhecer o Movimento, acesse o site.

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